Boa percepção escolar melhora o desempenho
DIRETOR DE ESCOLA DE FORMAÇÃO DE EDUCADORES NOS EUA DEFENDE COMUNICAÇÃO E CONFIANÇA COMO PILARES DO APRENDIZADO
MARIA CRISTINA FRIAS
COLUNISTA DA FOLHA
Quanto melhor a percepção de alunos e professores com relação ao ambiente escolar, melhor seu desempenho acadêmico.
Esse é o principal resultado de pesquisas do professor Brian K. Perkins, do Teachers College, da Universidade Columbia, de Nova York, nos EUA, considerado um dos maiores estudiosos do impacto do clima escolar no aprendizado.
Entre as maiores queixas de alunos e profissionais está o bullying (provocação e intimidação no ambiente escolar). Para ele, o melhor modo de enfrentar o problema é promover fóruns de discussão sobre o tema.
Perkins defende também uma política de tolerância zero para agressões.
Para conseguir o envolvimento dos pais com a escola, o especialista sugere que se criem condições para que professores visitem as famílias dos alunos.
Perkins, que também dirige o programa Urban Education Leadership, de Columbia, deu palestra sobre o tema a diretores da rede pública estadual de São Paulo, na semana passada, a convite da Fundação Lemann.
A seguir, os principais trechos da entrevista concedida à Folha.
Folha - Qual a correlação entre ambiente escolar e os resultados dos alunos? Brian Perkins - Notamos que alunos com percepção positiva do ambiente escolar eram estatisticamente correlacionados a resultados melhores em testes. O mesmo quando indagamos professores. Quando estudantes têm boa percepção, sua performance é melhor.
Quais são maiores reclamações nas escolas dos EUA?Há três maiores. A primeira é bullying. Estudantes sentem que acontece frequentemente, de um jeito variado. Não é só violência física, mas também psicológica. Há também essa nova dimensão do bullying cibernético, quando alunos ameaçando e são atacados pela internet, pelas redes sociais.
A segunda preocupação nas salas de aula refere-se a expectativas de sucesso acadêmico. Estudantes de determinadas raças ou classes sociais são em alguns casos tratados melhor do que os que não são desses grupos.
Expectativas de que você como estudante tem de ter um bom desempenho ou, em alguns casos, quando eles dizem "não esperamos que você tenha bom desempenho".
E a terceira é a dimensão que chamo de confiança, respeito e cuidado. Se o aluno se sente respeitado e o professor se sente respeitado. Se há confiança entre professores e alunos, professores e diretores, pais e diretores.
Como criar esse ambiente baseado em confiança?Acontece ao criar um fórum. Você não só espera que as pessoas saibam que podem acreditar em você. Elas têm de conhecer você como indivíduo confiável, baseadas na experiência. Não é só falando. É também fazendo. Algumas pessoas pensam que podem falar de um jeito e agir de outro. Mas você deveria viver o que você fala.
O que o sr. sugere? A professora deve ter um momento para conversar...Certamente, deve haver um fórum. Pode não ser todo o dia, pode ser uma vez por semana. Você estabelece o tempo em que essa conversa ocorre. Às vezes são cinco minutos no final da aula. Ou feedbacks por escrito.
Distribuo papéis: digam uma coisa que foi bem e uma que não foi bem em nossa aula hoje. E aí eu tenho a chance de olhar e fazer ajustes.
Se alguma coisa aparece, que eu acho que foi importante e mencionada por muita gente, tenho a oportunidade de, no dia seguinte, esclarecer, de me desculpar.
E quando faz esse tipo de coisa, as pessoas começam a confiar. Porque eles acreditam que você está ouvindo e que você é um participante, que você não é uma pessoa na frente da sala e que esse é o seu reino. Que eles são participantes valiosos também.
Isso se constrói ao longo do tempo e, em alguns casos, têm de ser todos os dias. Na universidade, faço todos os dias. Às vezes, dizem "hoje foi um dia terrível", "isso não funcionou" e, outras vezes, "eu adorei nosso exercício".
Levo tudo em consideração. Em alguns dias, não há nada que possa fazer diferente. Mas comunicar é importante e não leva muito tempo. Minha recomendação é que construa experiências que permitam às pessoas confiar em você, a conhecê-lo e a respeitá-lo. Não acredite que isso acontece apenas porque estamos na sala juntos. Faça de propósito.
Professores mais rigorosos ou mais liberais, quem, em geral, têm mais problemas com bullying? Eles têm um papel?O bullying acontece independentemente de o professor ser severo ou não. Alunos vão encontrar um jeito de fazê-lo se esse for o seu estilo, fazem de outras maneiras em outros lugares e horários.
Estou convencido de que 90% do mau comportamento dos alunos é resultado de um mau programa de ensino.
Se estou em frente da classe e uso metodologias que são envolventes, que fazem os alunos ouvirem, se os mantenho entusiasmados com o que estamos fazendo e se isso é relevante para eles, sobra menos tempo...
Mas se o que estou falando faz você dormir, ficar entediado, você fica procurando coisas com que se envolver...
Vi escolas no Rio onde os alunos estavam animados fazendo matemática. Fiquei olhando e era por causa do que o professor estava fazendo. E como o dia estava estruturado: o professor usando só alguns minutos para dar informações novas e deixando os alunos trabalharem em pequenos grupos e conversar e ensinar uns aos outros.
Você tem melhores resultados quando as pessoas se sentem confortáveis, abertas a aprender. Controlar a situação não é ter as pessoas sentadas quietas, mas sim tê-las envolvidas.
Quando entro em uma classe onde as pessoas estão olhando quietas para o professor, não considero essa uma boa experiência de aprendizagem. Não somos robôs e não aprendemos só ouvindo.
Seres humanos aprendem fazendo. Aprendemos língua ouvindo, falando e escrevendo. Os bons professores introduzem a informação e dizem "pratiquem".
Posso ir de aluno em aluno e fazer perguntas, "você fez um erro aqui, me explique como você pensou isso". Enquanto pergunto, há alunos que entenderam e ajudam outros a seu lado.
Já vi estudantes que trabalham tão bem quanto qualquer professor, explicando como fazer. E eles aprofundam seu conhecimento ao ensinar.
Sobre o caso na escola de Realengo, no Rio, onde um ex-aluno matou estudantes, é possível dizer algo sobre o papel do bullying?Pelo que li, era um ex-aluno infeliz com sua experiência na escola. Mas não foi diferente do que ocorreu nos Estados Unidos. Tivemos uma meia dúzia de assassinatos em escolas. Não se pode atribuir sempre a culpa à escola, mas é importante minimizar as más experiências nesse ambiente.
Tornou-se uma tendência atribuir tudo a bullying no Brasil...Aconteceu o mesmo nos EUA. Mas, realmente, penso que, também aqui no Brasil, até que isso acontecesse, ninguém prestava atenção. Foi certamente uma "chamada para acordar". "Até agora, nós só assumimos que bullying era parte da escola e que isso acontecia. Mas agora estamos pensando que talvez tenhamos de pensar atenção a seu impacto."
Alunos estão mais sensíveis hoje ou o bullying está mesmo pior nas escolas, até em razão do uso da internet?Sempre existiu, não sei se está pior. É difícil afirmar porque nem todos os casos são informados. Muitos não são detectados. Se você presta atenção e deixa os alunos desde pequenos saberem o que não é um comportamento aceitável, você tem menos problemas.
Qual o papel dos diretores?Devem ter menos papel administrativo e entrar mais nas salas de aula. Comunicar aos professores que o bullying não é aceitável.
É preciso ter instruções claras precisas de como lidar com bullying. É preciso ter uma política de não tolerância. E tem de haver uma conversa específica sobre o que é ou não intencional.
"Como você reage quando é com você? Como você administra o processo?" Com ambos, além da pessoa que faz. "Por que você está fazendo isso?" Existe algo a ser processado aqui.
Não apenas punição. A punição pode ocorrer, mas leve a pessoa a refletir sobre o que ocorre. Porque normalmente essas atitudes são sintomas de questões psicológicas.
Tem de haver discussão e programas para se aprender habilidades sociais, assim como aprendemos habilidades matemáticas.
Como fazer com alunos que vão à escola apenas como um evento social?Não há uma única resposta para isso.
Quando estabelecido que há crianças em perigo social, temos que imaginar como especializar ou oferecer a elas uma experiência de educação diferente. Não disse menos experiência, mas uma experiência diferente.
Mas entendemos que algumas crianças têm o conceito de que educação não é importante. A abordagem que temos usado diz que é preciso reconhecer que os direitos à educação de um não podem se sobrepor ao direito dos outros.
RAIO-X BRIAN K. PERKINS
FORMAÇÃO
Doutor em educação pelo Teachers College da Universidade Columbia, mestre em saúde pública pela Universidade Yale e graduado em química pela Grambling State University (Estados Unidos)
CARGO ATUAL
Diretor do programa de formação de professores e gestores educacionais do Teachers College, da Universidade Columbia, nos Estados Unidos .
Acredito que muitas das dificuldades que enfrentamos hoje é porque acabamos não enxergando e muito menos ouvindo nossos alunos. Vou além, penso que ministrar aula para quem é bom, que não tem tantas dificuldades é fácil, agora, enfrentar as situações cotidianas, com toda sua heterogeneidade, este sim é o desafio de quem quer pelo menos tentar fazer a diferença na vida de quem quer que passe por cada um de nós!
Os valores estão totalmente "distorcidos", sem crédito, alguns sentem até vergonha de traze-los enraizados, mas depende de cada um de nós, para que a educação tenha uma nova cara.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Leitura
Os alunos escolheram os livros para leitura e quando terminam, entregam e pegam outro.
Contam resumidamente a história e trocam por aqueles que mais lhe interessam.
O objetivo é que sintam prazer em ler e se interessem por diversos temas.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
CONCLUSÕES DO DIA
Estarei postando as conclusões da semana no sábado, não encontrei tempo para postar meu fechamento de dia...
Novidades semana que vem!
Novidades semana que vem!
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Continuando Energia na Segunda-feira 16/05/11 e 17/05/2011
Hoje estou de atestado, portanto foi modificada minha aula, pedi a professora que trabalhasse com eles:
Port/ Diário intimo do final de semana,
Correção de erros ortográficos,
Lista de musicas de festa junina para dança,
Mat/ Situações problema do livro didático das pags:185 e 186
Concluindo, já fiquei sabendo que se comportaram com toda a educação que a mamãe dá em casa.
Que bom!!!
17/05/2011
MAT/MAT/GEO/GEO/HIST
Continuando as situações acima,
Entradas e Bandeiras (musica),
Os tipos de climas do Brasil.
Para casa: Diário intimo do dia.
18/05/2011
Hist/Ed.Fis/Mat/Mat/Port
Mapa conceitual Entradas e Bandeiras
Continuação das situações
Passeio ao Bairro
Lição de casa: Diário intimo do dia
19/05/2011
Cien/Cien/Proerd/Port/Port
Biomas(continuidade0 Projeto Floresta
Teatro(Proerd)
Relatos e escolha do tema a ser trabalhado no Projeto da Eletropaulo.
Lição de casa: Produzindo um texto com argumento em relação ao tema escolhido.
20/05/2011
Sequencia da Avaliação passada.
sábado, 14 de maio de 2011
10 de maio de 2011
M/M/G/G/H
Sequencia numérica
Objetivo:
Propriedade nas técnicas operatórias( multiplicação, adição e subtração).
Entradas e Bandeiras ( continuando) Florestas
Objetivo:
Estabelecer relalções com Eletropaulo e as aulas de HIST E GEO.
FEED BACK( Missões Jesuíticas)
Os alunos ainda encontram um pouco de dificuldade na tabuada, mas acredito que exercitando de maneira diferenciada, chegamos lá.
Foi pedido as contas de Luz e 99 por cento trouxeram para iniciarmos nossas hipóteses e o que iremos abordar de fato.
A aluna Tabata não compareceu de novo, na segunda foi ao médico, mas hoje não sei o que houve.
A sala em sua maioria está caminhando com criticidade e autonomia.
Sequencia numérica
Objetivo:
Propriedade nas técnicas operatórias( multiplicação, adição e subtração).
Entradas e Bandeiras ( continuando) Florestas
Objetivo:
Estabelecer relalções com Eletropaulo e as aulas de HIST E GEO.
FEED BACK( Missões Jesuíticas)
Os alunos ainda encontram um pouco de dificuldade na tabuada, mas acredito que exercitando de maneira diferenciada, chegamos lá.
Foi pedido as contas de Luz e 99 por cento trouxeram para iniciarmos nossas hipóteses e o que iremos abordar de fato.
A aluna Tabata não compareceu de novo, na segunda foi ao médico, mas hoje não sei o que houve.
A sala em sua maioria está caminhando com criticidade e autonomia.
13/05/2011
A aluna Tabata não compareceu nem um dia desta semana. Tentamos entrar em contato e não conseguimos.
Conteúdos:
Avaliação dos conteúdos abordados na semana.
Sequencia(Mat)
Diário intimo(Port) e A História de Lili.( Estabelecer relações)
Floresta Amazonica( Cienc)
Entradas e Bandeiras(Hist)
Mapa( geog)
Objetivo:
Verificar e acompanhar as dificuldades para saná-las com eficiencia.
Procedimentos:
A avaliação será toda ditada pelo professor, através de um texto instrucional que será colocado na lousa, será dado sequencia na segunda- feira.
Primeiro momento da avaliação: Reflexão exige uma nova ação!
Ao fazer a leitura do diário dos alunos, que num outro momento com a permissão de alguns postarei aqui, pude perceber que são sinceros e estão aprendendo alguns valores que no mundo hoje parece perdido e fora de moda, e que estão adormecidos neles ou talvez não....
Quando exercemos nossa profissão com seriedade e temos estes valores fora de moda intrínsecos, compreendemos a necessidade da busca constante de um ser diferente, um ser com vontade de mudar sua história!
O ser humano não é fácil, é orgulhoso, egoísta, entre outros adjetivos, mas podemos fazer a diferença se começarmos a ter um novo olhar, um olhar de Maria, um olhar piedoso e nos colocando sempre no lugar, só assim mudaremos nossa postura.
Foi isso que tentei ser hoje na minha sala, um ser em busca de valores esquecidos e talvez adormecidos em alguns alunos como citados acima. Somos responsáveis por eles, se parte da sala não vai bem, isto significa que nós enquanto profissionais também não estamos indo bem.
Pensemos neste momento, a nota, o conceito, é só do aluno? Triste pensar nisso! Mas parte deste conceito é nosso! Será que se ganhássemos por aprendizagem, estaríamos ganhando bem? São questões que não nos agradam, por que? Se provássemos que o aluno obteve progresso, com certeza ganharíamos bem, mas nem sempre estamos com olhar atento para este ser, não administramos bem o dia e nem nos preparamos para seguir em frente com ele, sendo assim, qualquer coisa que damos, já está de bom tamanho.
E se fosse um parente nosso? E se fosse um filho? E se...
Imagina, conosco não acontecerá de ter alguém que tem um tempo maior para aprender! É assim que pensamos!
Se todos nós, tivéssemos um olhar mais aguçado para o ser que está a sua frente, o mundo com certeza seria melhor,independente de onde você está, a profissão que ocupa!
Mas por que não estamos com o olhar atento? Porque isto exige mais comprometimento, mais respeito, mais trabalho e cá entre nós atuar como professor não é uma tarefa fácil, é árdua, dói, sangra, porque exige de nós um constante pensar, refletir, e quem está disposto a fazer isso?
Posso dizer eu estou, até que ponto?
É, hoje o dia foi de muita reflexão em relação ao meu ser e ao ser destes que estão a minha volta.
Paulo Freire tem uma fala que diz mais ou menos assim e que nos leva de novo a reflexão:
Ensino porque busco, porque indaguei, indago e me indago. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar e anunciar a novidade.
Continuo re-buscando, re-procurando!
O educador é um testemunho vivo de que podemos evoluir sempre, ano após ano, tornando-nos mais humanos, mostrando que vale a pena viver.
Conteúdos:
Avaliação dos conteúdos abordados na semana.
Sequencia(Mat)
Diário intimo(Port) e A História de Lili.( Estabelecer relações)
Floresta Amazonica( Cienc)
Entradas e Bandeiras(Hist)
Mapa( geog)
Objetivo:
Verificar e acompanhar as dificuldades para saná-las com eficiencia.
Procedimentos:
A avaliação será toda ditada pelo professor, através de um texto instrucional que será colocado na lousa, será dado sequencia na segunda- feira.
Primeiro momento da avaliação: Reflexão exige uma nova ação!
Ao fazer a leitura do diário dos alunos, que num outro momento com a permissão de alguns postarei aqui, pude perceber que são sinceros e estão aprendendo alguns valores que no mundo hoje parece perdido e fora de moda, e que estão adormecidos neles ou talvez não....
Quando exercemos nossa profissão com seriedade e temos estes valores fora de moda intrínsecos, compreendemos a necessidade da busca constante de um ser diferente, um ser com vontade de mudar sua história!
O ser humano não é fácil, é orgulhoso, egoísta, entre outros adjetivos, mas podemos fazer a diferença se começarmos a ter um novo olhar, um olhar de Maria, um olhar piedoso e nos colocando sempre no lugar, só assim mudaremos nossa postura.
Foi isso que tentei ser hoje na minha sala, um ser em busca de valores esquecidos e talvez adormecidos em alguns alunos como citados acima. Somos responsáveis por eles, se parte da sala não vai bem, isto significa que nós enquanto profissionais também não estamos indo bem.
Pensemos neste momento, a nota, o conceito, é só do aluno? Triste pensar nisso! Mas parte deste conceito é nosso! Será que se ganhássemos por aprendizagem, estaríamos ganhando bem? São questões que não nos agradam, por que? Se provássemos que o aluno obteve progresso, com certeza ganharíamos bem, mas nem sempre estamos com olhar atento para este ser, não administramos bem o dia e nem nos preparamos para seguir em frente com ele, sendo assim, qualquer coisa que damos, já está de bom tamanho.
E se fosse um parente nosso? E se fosse um filho? E se...
Imagina, conosco não acontecerá de ter alguém que tem um tempo maior para aprender! É assim que pensamos!
Se todos nós, tivéssemos um olhar mais aguçado para o ser que está a sua frente, o mundo com certeza seria melhor,independente de onde você está, a profissão que ocupa!
Mas por que não estamos com o olhar atento? Porque isto exige mais comprometimento, mais respeito, mais trabalho e cá entre nós atuar como professor não é uma tarefa fácil, é árdua, dói, sangra, porque exige de nós um constante pensar, refletir, e quem está disposto a fazer isso?
Posso dizer eu estou, até que ponto?
É, hoje o dia foi de muita reflexão em relação ao meu ser e ao ser destes que estão a minha volta.
Paulo Freire tem uma fala que diz mais ou menos assim e que nos leva de novo a reflexão:
Ensino porque busco, porque indaguei, indago e me indago. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar e anunciar a novidade.
Continuo re-buscando, re-procurando!
O educador é um testemunho vivo de que podemos evoluir sempre, ano após ano, tornando-nos mais humanos, mostrando que vale a pena viver.
Cada vez mais precisamos de educadores-luz, sinalizadores de caminhos, testemunhos vivos de formas concretas de realização humana, de integração progressiva, seres imperfeitos que vão evoluindo, humanizando-se, tornando-se mais simples e profundos ao mesmo tempo.(José Manuel Moran)
Pensemos um pouco sobre isso...
11 e 12 de maio de 2011
M/E.F/M,H,P
Conteudos do dia:
Correção das atividades de matemática, sequencia,
Gráficos de pizza sobre potencia dos eletrodomésticos,
Energia
Tabata não veio de novo, não conseguimos falar com a mamãe.
Os outros que faltaram, três mães vieram avisar que foram ao médico.
Dados da Aula ( Projeto Eletropaulo) Interdisciplinar.
Conteudos do dia:
Correção das atividades de matemática, sequencia,
Gráficos de pizza sobre potencia dos eletrodomésticos,
Energia
Tabata não veio de novo, não conseguimos falar com a mamãe.
Os outros que faltaram, três mães vieram avisar que foram ao médico.
Dados da Aula ( Projeto Eletropaulo) Interdisciplinar.
O que o aluno poderá aprender com esta aula
-Compreender a matemática como instrumento de análise da ação do homem no mundo, visando à sustentabilidade.
- Desenvolver tratamento numérico e gráfico de situações-problema contextualizadas.
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Conhecimentos prévios de leitura e interpretação de gráficos e tabelas.
Exemplos de questionamentos:
1 – De onde vem a energia elétrica?
2 – Como a energia elétrica é gerada?
3 – Que quer dizer “apagão”?
4 – Por que existe o horário de verão?
5 – Todos os estados do Brasil fazem parte?
Para medir o consumo de energia elétrica instala-se nas residências um medidor (relógio de luz). Nele o funcionário da companhia de energia elétrica, faz a leitura mensalmente. A partir da leitura é calculado o valor do consumo de energia elétrica a ser pago pelo consumidor (boleto da conta de luz).
No interior aparecem quatro mostradores (parecidos com os mostradores de um relógio), cada um com um ponteiro, e um disco que gira quando algum aparelho elétrico ou lâmpada está funcionando. O movimento do disco é transmitido, através de um sistema de engrenagens, aos ponteiros. Apesar de ser difícil observar o movimento dos ponteiros em um curto intervalo de tempo, eles se movem. Quanto mais energia se consome, mais rápido giram o disco e os ponteiros. Esses ponteiros giram no sentido horário e anti-horário, e sempre no sentido crescente dos números, ou seja, do menor para o maior número.
Da direita para a esquerda temos: o ponteiro da unidade, da dezena, da centena e do milhar. Cada volta completa que o ponteiro dá, equivale ao deslocamento de uma unidade do ponteiro que o antecede. Os ponteiros da unidade e da centena giram no sentido horário e o da dezena e milhar giram no sentido anti-horário.
1 – Localizem na conta de luz qual o consumo mensal de cada um.
2 – Socializem esses valores com os elementos do grupo. Existem diferenças significativas? Por quê?
3 – O que significa o kWh? Algum grupo sabe esse dado? 1 kWh corresponde ao consumo de um aparelho de potência 1 000 W (1 kW) durante uma hora. 1 kWh corresponde também ao consumo de uma lâmpada de 100 W (0,1 kW) ligada durante 10 horas.
Em uma residência, foi verificado a existência de alguns aparelhos que utilizam energia elétrica para seu funcionamento: TV, Radio, Geladeira, Ferro Elétrico, Chuveiro e Lâmpada Incandescente.
Nesta residência moram quatro pessoas: Pai (45 anos), Mãe (40 anos), filha (18 anos) e o filho (15 anos). A noite, todas as pessoas da casa se reúnem para ver televisão a noite num período de 3 horas diárias, ou seja, da 19:00h – 22:00h.
Essa família tem hábito de ouvir o rádio 3 horas por dia, das 9:00h da manha às 12:00h da tarde. O ferro elétrico é usado 1 vez por semana em um período de 1h. O chuveiro é diariamente usado pelo: Pai 10min, pela Mãe 15min, pela filha 20min e o filho 15min, de forma que, diariamente a família utiliza o chuveiro durante 60min = 1 hora. Na residência existem somente lâmpadas incandescentes, que são utilizadas ao longo do dia num total de 6 horas. A geladeira fica ligada direto.
Ao pesquisarmos as potencias dos aparelhos, obtemos o seguinte:
TV 29” = 110 W
Radio pequeno = 10 W
Geladeira = 90 W
Ferro = 1000 W
Chuveiro = 3800 W
Lâmpada = 100 W
Radio pequeno = 10 W
Geladeira = 90 W
Ferro = 1000 W
Chuveiro = 3800 W
Lâmpada = 100 W
Problemas
1 - Qual dos eletrodomésticos indicados, gera maior gasto durante um mês em kw/h.
2 - Desenvolva no caderno um gráfico (pizza) para que possamos entender melhor o gasto de energia consumido por essa família.
2 - Desenvolva no caderno um gráfico (pizza) para que possamos entender melhor o gasto de energia consumido por essa família.
3 - O que pode ser feito para reduzir o consumo de energia deste aparelho?
4 - Desenvolva essa atividade em sua casa, a partir dos dados levantados na sua família.
Continuaremos esta aula amanhã.
Grafico de pizza e descoberta de que o vilão da energia é o?
12/05/2011
C/C/PROERD/P/P
Conteúdos:
Floresta Amazonica
Correção e partilha das questões sobre Energia.
Leitura e interpretação dos grupos, de acordo com o mapa conceitual de cada grupo.
Objetivo:
Compreensão dos conteúdos abordados.
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