quarta-feira, 25 de maio de 2011

26/05/2011


"Educar é preparar para a liberdade. As pessoas são livres porque podem escolher. E só podem escolher quando conhecem alternativas. Sem informação não há alternativa, e , portanto, sem alternativa não há liberdade. O bom educador deve estimular a diversidade, torcendo para que seus alunos tenham suas próprias idéias. E, mais do que isso, tenham a coragem de defendê-las, devidamente fundamentadas, em qualquer situação. E, sobretudo, tenham a coragem e a segurança de se admitirem errados e mudarem sua opinião"
Gilberto Dimenstain, jornalista





C/C/PROERD/PORT/PORT
Conteúdos
Continuidade de Biomas e Código Florestal
Continuidade das seções do Jornal
Nome do Jornal
Perigos da Pipa
Diário intimo sobre a rede elétrica e a pipa.
Síntese oral  dos livros levados
Noticias do Jornal e Proerd( esclarecimentos).

Metodologia
Trabalhos em grupos

Avaliação
Término do primeiro rascunho de cada seção.

Código Florestal

Uma das noticias de nosso Jornal, claro que da maneira como os alunos entenderam.

Entenda a polêmica que envolve o novo Código Florestal

Base contrariou governo e aprovou que estados legislem sobre APPs.
Senado ainda vai analisar; líder do governo avisou que Dilma pode vetar.

Do G1, em Brasília
O novo Código Florestal foi aprovado na madrugada desta quarta-feira (25) na Câmara dos Deputados com alguns pontos polêmicos, que causaram divergências entre deputados governistas, da base de sustentação do governo e da oposição.
Agora, a discussão será iniciada no Senado, que poderá alterar os itens polêmicos. Caso haja mudança em relação ao texto aprovado na Câmara, os deputados voltam a analisar o texto do novo Código Florestal. Depois, o código vai à sanção da presidente Dilma Rousseff, que tem a prerrogativa de vetar o texto parcial ou integralmente.
O líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), já adiantou que, caso os interesses do governo sejam contrariados, a presidente usará o poder de veto. Confira abaixo, ponto por ponto, o porquê de tantas divergências.
O que é o código
O Código Florestal é a legislação que estipula regras para a preservação ambiental em propriedades rurais. Define o quanto deve ser preservado pelos produtores. Entre outras regras, prevê dois mecanismos de proteção ao meio ambiente. O primeiro são as chamadas áreas de preservação permanente (APPs), locais como margens de rios, topos de morros e encostas, que são considerados frágeis e devem ter a vegetação original protegida. Há ainda a reserva legal, área de mata nativa que não pode ser desmatada dentro das propriedades rurais.
Ambientalistas x ruralistas
Os dois grupos estão em lados opostos. Enquanto os ambientalistas creem que as mudanças no Código vão favorecer os desmatamentos, os ruralistas alegam que a legislação vigente é muito rigorosa e prejudica a produção.
Texto-base
O texto base do novo código, de autoria do deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP), foi aprovado em uma comissão especial sobre o tema em julho do ano passado. Nove meses depois de discussões entre deputados ligados ao ambientalismo e ao ruralismo, Rebelo criou um novo texto, denominado emenda substitutiva global.
Isenção aos pequenos
O texto contém a isenção aos pequenos produtores da obrigatoriedade de recompor reserva legal em propriedades de até quatro módulos fiscais – um módulo pode variar de 40 hectares a 100 hectares dependendo da região. O governo era contra isenção aos pequenos, mas acabou abrindo mão após acordo para que o texto fosse aprovado na Câmara.
Consolidação de cultivos em APPs
Outro ponto que gerou divergência foi o que pode ser cultivado em APPs. O texto-base traz a garantia de que algumas plantações, como cultivo de maçã ou plantio de café, serão consolidadas nas APPs. No entanto, a definição do que pode ou não pode ser mantido ficou fora do texto. Após um amplo acordo, foram estipuladas as regras por meio de uma emenda ao texto-base, a 164, que foi motivo de discórdias no plenário da Câmara.
Margem de rios
O texto aprovado diz que os pequenos produtores que já desmataram suas APPs em margem de rio poderão recompor a área em 15 metros a partir do rio. Os demais devem recompor em 30 metros. O governo era contra, mas o relator alegou que a recomposição prejudicaria a atividade dos ribeirinhos que vivem nas margens dos rios. Um acordo prevê que o Senado altere o texto para que haja a recomposição da vegetação de apenas 20% da total da terra para áreas de até quatro módulos fiscais.
Arte Código Florestal 22h 02/05 (Foto: Editoria de Arte / G1)
Anistia a quem desmatou
O texto-base tem um artigo que trata da anistia para quem desmatou até julho de 2008. Ou seja, todas as multas aplicadas por desmatamento até 2008 serão suspensas caso o produtor faça adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA). Se ele cumprir o programa, é anistiado. Se não cumprir, precisa pagar as multas.
Emenda 164
A polêmica emenda 164, de autoria do deputado Paulo Piau (PMDB-MG), tem relação com o PRA. Ela estabelece que a União estipularia as regras gerais e os estados definiriam, de fato, o que pode ser cultivado nas APPs. O governo federal é contra a proposta porque quer exclusividade para definir as atividades permitidas em APPs.
Na visão dos governistas, a emenda 164, aprovada pelos deputados, pode abrir uma brecha para que os estados anistiem agricultores que já ocupam áreas de preservação.
Os defensores da emenda argumentam que, se o governo federal tiver a prerrogativa de definir sobre as áreas de preservação ambiental, pequenos agricultores que já desenvolvem suas atividades em áreas de preservação poderão ser prejudicados.
Governo x base + oposição
O governo tentou derrubar a emenda 164, mas acabou sendo derrotado em plenário com apoio do principal aliado, o PMDB.
O PMDB e partidos da base e da oposição defendem que os estados decidam sobre os cultivos. A alegação é que o estado tem mais capacidade, por estar próximo do problema, de definir o que pode ser cultivado.
Durante a discussão na Câmara, o líder do governo chegou a bater boca com o líder do PMDB na Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (RN).
"Esta Casa está sob ameaça não quando o governo sai vitorioso. A Casa fica sob ameaça quando o governo é derrotado", disse o líder do governo. "Eu não sou aliado do governo Dilma. Sou o governo Dilma (...). Não aceito aqui que está se derrotando o governo. Como, se a proposta é nossa? “, afirmou. “Esta matéria não é nem a favor nem contra. É do Brasil real”, rebateu o líder do PMDB, com uma bancada composta por 80 deputados.
Senado
No Senado, o relator da matéria deve ser o senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC), ex-governador de Santa Catarina que, quando governava o estado, criou uma legislação semelhante ao Código Florestal em nível estadual. Ele já adiantou ao G1 que é a favor de estadualizar as decisões.
O governo deve trabalhar no Senado para incluir no texto do Código Florestal punições mais rigorosas para quem reincidir em crimes ambientais. O relator do texto na Câmara disse que não há previsão em seu texto porque as punições estão na lei de crimes ambientais, e não no Código Florestal.

Você é contra ou a favor? De sua opinião!

Projeto Eletropaulo

AES Eletropaulo alerta sobre o perigo de soltar pipas próximo aos fios elétricos
  • Publicado: 3/12/2010
 Redação
Nos últimos sete anos, a AES Eletropaulo registrou 106 acidentes com pipas na rede elétrica, sendo 25 fatais. Até dezembro de 2010, a concessionária teve oito acidentes envolvendo os papagaios. A confecção das pipas é também uma grande preocupação da AES Eletropaulo. Os materiais utilizados, como linhas metálicas e rabiolas de fitas VHS ou cassetes são condutores de energia elétrica e em contato com a rede, podem causar curto circuito e provocar acidentes graves.
O uso de cerol (pó de vidro com cola) oferece mais um risco: corta a camada de borracha que reveste os fios de alumínio ou de cobre, facilitando a transferência de corrente elétrica. Além disso, o cerol também pode provocar acidentes com pedestres, ciclistas e motociclistas. A AES Eletropaulo alerta ainda sobre os perigos de recuperar pipas que se encontram dentro das Estações Transformadoras de Distribuição (ETDs) ou subestações de energia.
Empinar pipas próximas a rede elétrica pode causar graves acidentes
Karen Moura Santiago | Atualizado em: 18/02/2010 08:55:37
Soltar pipas próximas à rede elétrica é arriscado ,
A brincadeira antiga de empinar pipas continua em alta para a garotada de hoje em dia e a época de férias é sem dúvida o período em que as pipas passeiam livremente no céu, uma mais bonita que a outra. Além de proporcionar a diversão, o ato de empinar pipas pode ser perigoso quando não são tomados os cuidados necessários no preparo da mesma no local escolhido para empiná-las.
Se a criança selecionar materiais condutores de energia para a construção da pipa como linhas metálicas e rabiolas de fitas VHS ou cassetes, e empiná-las em locais impróprios, próximos à rede elétrica, a criança corre o risco de sofrer um grave acidente.
Segundo a AES Eletropaulo em 2009, ocorreram 11 acidentes com pipas, sendo dois fatais e em janeiro de 2010, já foram registrados dois acidentes. Nos últimos seis anos, dos 97 acidentes com pipas, 21 resultaram em morte.
São nas regiões periféricas da capital que a maioria dos acidentes ocorrem. Para evitar que a brincadeira acabe mal, a AES Eletropaulo orienta que as crianças e os adolescentes empinem as pipas longe da rede elétrica e que se isso não for possível se dirijam aos parques e às praças públicas para brincar com segurança. “Um acidente elétrico pode deixar seqüelas como queimaduras (de primeiro, segundo ou terceiro grau), amputação de membros e até causar a morte”, afirma Fábio Carmo, diretor de Segurança do Trabalho e Meio Ambiente, da AES Eletropaulo.
A criançada além de arriscar as suas vidas empinando pipas em locais próximos a rede elétrica, usa o cerol que é o pó de vidro de cola na rabiola e esse ato oferece mais um risco: corta a camada de borracha que reveste os fios de alumínio ou de cobre, facilitando assim a transferência de corrente elétrica.
Além desse grande risco, o cerol também pode provocar acidentes com motociclistas, enfatiza a Eletropaulo. Segundo a Eletropaulo, além dos acidentes, a AES Eletropaulo também registrou no ano passado 13.943 ocorrências com pipas que causaram problemas no fornecimento de energia elétrica a maioria nos meses de janeiro e julho (2.867 e 2.329 casos, respectivamente). A Eletropaulo afirma que nos últimos seis anos, registrou 99.375 ocorrências com pipas que causaram interrupções ou problemas no fornecimento de energia elétrica.
“Os danos são provocados pelo rompimento de fios e pelo desligamento automático dos circuitos (que possuem dispositivos de segurança contra intervenção de objetos na rede). Um simples ‘lança-gato’ (pedra presa em uma linha) ou qualquer outro objeto condutor de energia elétrica, como barra de ferro, um trilho de cortina ou pedaço de madeira, pode ser fatal durante o resgate de uma pipa”, alerta o gerente de Operações da AES Eletropaulo, Fernando Mirancos.
 A AES Eletropaulo se preocupa com a segurança e a disseminação de informações para os 16,5 milhões de habitantes residentes na área de concessão da empresa e é por isso que criou um plano de segurança para a população “Esse plano tem como objetivo intensificar ações para a conscientização do público sobre os perigos da rede elétrica”, explica Fábio Carmo.
A empresa divulga essas informações através de colagem de faixas nos carros da frota e de adesivos em postes, indicando os riscos de empinar pipas e de construir próximo a rede elétrica, a distribuição de folders sobe o perigo da rede elétrica nas lojas de atendimento, uso de painéis informativos nas estações de trem, metrô e rodoviárias entre outros.
A AES Eletropaulo também realiza palestras, segundo a empresa no ano passado, foram realizadas aproximadamente 3.150 palestras sobre segurança e uso racional de energia elétrica para mais de meio milhão de pessoas. A AES Eletropaulo conta com 150 conferencistas treinados e equipados para proferir palestras em escolas, centros comunitários, igrejas, entidades, empresas e na comunidade. Para solicitar palestra, acesse o site: www.aeseletropaulo.com.br e clicar no link segurança.
Faz muito tempo que foi publicada esta matéria?  Quando foi atualizada?Quanto tempo faz que foi atualizada?
O que você ficou sabendo que ainda não sabia?

O dia de hoje, de ontem e anteontem...

Digamos que estamos caminhando com respeito ao ser histórico que cada um é. Não é fácil, mas não é impossível!
Hoje, 25/05/11, a Tabata compareceu e sentimos que estava com saudades! Não está resfriada, está super bem, nem foi necessário usar a bombinha. Quando estávamos escolhendo o nome do nosso Jornal, brinquei muito com ela, pedindo para que falasse ao meu ouvido sua ideia e os alunos ficavam todos curiosos, já imaginando o nome que eu daria, junto com a Tabata.
O nome sugerido por nós não foi o mais votado, mas valeu a pena, foi muito bom sentir a participação de todos. Eu sei que ela participa, do seu jeitinho, sei que me ouve e que gosta de estar ali!
Quando fazemos a oração no momento da refeição, ela também agradece a Deus do seu modo, eu a ajudo da maneira como posso e como sinto que devo.
 QUE SORRISO GOSTOSO!!! ESTÁ FELIZ DE ESTAR NA SALA, DE OUVIR SEUS COLEGAS E A PROFESSORA, CLARO!!!
Percebam a expressão dela, não está super bem?  O educador necessita estar com os olhos bem abertos, com todos os sentidos bem aguçados para compreender o que os alunos dizem. Concordo com o pesquisador Perkins, quando fala da relação de respeito e confiança, professor, aluno, pais, diretores,..  enfim!
O nome para o Jornal ainda está em discussão.
Nas aulas de matemática estamos trabalhando duro com os alunos que ainda não compreendem a divisão, mas são inteligentes e conseguirão em breve.
O único aluno que faltou hoje foi o Elder e a mãe não justificou.
As seções do Jornal estão saindo!!! Tabata está no grupo da Primeira Página, penso que será muito bom, as expectativas são ótimas, vejamos os resultados. Estão trabalhando duro!!!