PAUTA DO DIA: P/P/ED.FIS/M/M
Folha de Vargem Grande Paulista(Projeto Cidade).
Correção de atividades (fotocópias).
Situação problema (fração simples), dobro, triplo, quadruplo, quíntuplo).
Handbool
Construção das regras do Handebol junto com os alunos – estimulando a divulgação da modalidade
25 fevereiro 2008 por
Lucas LeonardoNa iniciação ao handebol, nós professores temos uma possibilidade mágica em nossas mãos – a possibilidade de apresentar uma “nova” modalidade aos nossos alunos.
Digo “nova”, pois na escola a apresentação ao handebol sempre é feita – existem pesquisas feitas há alguns anos que mostram ser o handebol uma das modalidades mais praticadas entre os alunos das escolas, no entanto, não devemos ficar felizes com isso.
Apesar de uma prática bastante motivada nas escolas, o handebol continua sendo pouco acessível aos nossos alunos – quantos jogos passam na TV por ano? Quantas vezes já vimos crianças brincando de handebol em praças, ruas, parques? Será mesmo que a escola está fazendo o seu papel de divulgadora do handebol enquanto conteúdo cultural?
Muitas vezes, essa “apresentação” acaba sendo feita de tal forma, que nossos alunos acabam não conseguindo oportunizar a transferência da aprendizagem na escola (ou mesmo clubes) para seu dia a dia, seu cotidiano, tornando o acesso ao handebol obtido apenas no espaço formal das aulas – uma quadra, duas traves, duas equipes, uma bola “penalty “, “a barreira defensiva”, etc..Ora, será que o handebol vem sendo bem apresentado aos nossos alunos?
Pensemos o futebol: por que será que mesmo sem traves, sem coletes, sem uma quadra e até mesmo sem uma bola, as crianças acabam conseguindo interagir com uma forma jogada de futebol nas ruas, praças e às vezes em sua própria casa?
Simples: o contato com o futebol é feito de diversas formas, e não apenas através do jogo formalizado 11 x 11 ou 5 x 5 (no caso do futsal). As crianças aprendem a jogar o “futebol” de várias formas independente da quantidade de pessoas, da estrutura do espaço, do implemento que utilizam.
E por que o handebol não se desenvolve dessa forma? Quando crianças e jovens têm contato com o handebol o fazem através da forma jogada da modalidade com suas características oficiais e formais ou através de atividades pouco motivantes, centradas na técnica do jogo e sem a devida compreensão do que estão fazendo.
Apresentar única e exclusivamente as regras de uma modalidade para alguém que inicia sua prática não é propriamente pedagogia, apesar de fazer parte do processo.
“Ensinar” a partir de frases como: “você só pode dar 3 passos com a bola”, “você não pode entrar na área do goleiro”, “quando for lateral, tem que pisar na linha”, “tem que armar a barreira na defesa”; não caracterizam ensino, mas apenas condicionamento às regras e ações que “caem de pára-quedas” nas atividades de quem ainda não teve tempo de explorar esse jogo de bolas nas mãos.
Então questiono: alguém sabe por que foi “inventado” o ritmo trifásico e o duplo ritmo trifásico? Alguém sabe quem teve a idéia “maluca” de que vale gol de lateral? Alguém entende por que não podemos entrar na área do goleiro? E mais, porque não podemos quicar a bola de handebol igual à de basquete?
Apesar de parecer bobeira, muitos de nós não sabemos essas respostas, ou sequer pensamos sobre essas perguntas. Isso se chama estar condicionado às regras do jogo e significa que não há compreensão delas, apenas seu aceite.
Será que nossos alunos vão conseguir “decorar” um jogo tão cheio de regras para poder jogá-lo com seus amigos do bairro? Realizando nova analogia ao futebol, para jogá-lo, saber que a bola deve ser chutada e não pode ser agarrada já indica um ótimo começo capaz de fazer um esporte – que antes de tudo é um jogo de bolas com os pés – possa se multiplicar, crescer e evoluir, através dessa simples regra. As outras vão sendo criadas pelos próprios jogadores desse jogo, sem a rigidez das regras formais.
Para isso, na iniciação ao handebol, cabe a nós professores possibilitar aos nossos alunos compreender alguns porquês quase autoritários que a modalidade lhes impõe. E isso não se faz falando “tem que pisar na linha, senão é reversão” ou então “pisou na área do goleiro, não pode!”.
Mas você não sabe por que dessas regras? Eu também não! Mas podemos usar a criatividade e criar explicações que tornarão a compreensão da modalidade mais fácil por parte de nossos alunos.
Como exemplo, pensemos a seguinte regra – “só podemos dar três passos com a bola nas mãos para nos deslocar na quadra” .
Para explicar essa regra aos nossos alunos, podemos inicialmente criar um jogo bastante anárquico, livre de muitas regras e constrangimentos, com um número reduzido de jogadores e uma área ampla de jogo, como por exemplo, um jogo no qual, para fazer ponto, uma equipe deve levar a bola para dentro de uma determinada área da quadra adversária e no qual a jogada pára se o jogador com bola for tocado nos braços, não valendo receber a bola dentro dessa área.
Inicialmente, a idéia do jogador em posse de bola será sair correndo com a bola, sozinho, sem passá-la pra ninguém, motivado pelo reduzido número de jogadores e espaço amplo da atividade (que não necessariamente deve ser ministrado numa quadra, mas em qualquer espaço).
Como resultado, um aluno mais rápido conseguirá realizar alguns pontos, através da corrida individual com a bola e se tornará o grande responsável por marcar pontos para sua equipe.
Após alguns minutos jogando, pare a atividade e questione aos alunos se a atividade está legal, se todos estão participando ou se apenas um aluno está sendo mais utilizado na atividade.
Pergunte se é correto apenas um jogador jogar sozinho, não oportunizando chances para os outros e em conjunto com seus alunos crie regras que inibam o deslocamento de um jogador sozinho por todo o campo, crie a partir daí a idéia de reduzir o número de passadas do jogador para três, por exemplo – poderia ser mais ou menos, o que vale aqui é seus alunos perceberem que reduzindo o número de passadas dos jogadores, o jogo ficará mais dinâmico e necessitará da participação de todos.
Pronto! Através de uma atitude criativa, criou-se um jogo de bolas nas mãos, no qual os próprios alunos solucionaram um problema relativo à coletividade do jogo e maiores chances de participação de todos. Ensinou-se um porquê não oficial – realmente não sei exatamente o porquê do trifásico no handebol.
Garanto também, que se essa atividade significar grande prazer para seus alunos, eles acabarão jogando-a também fora do ambiente formal da aula. Nada melhor para divulgar o handebol!
Ora mas isso não é handebol!
É, mas a pelada de futebol, com golzinhos de chinelo, jogada no paralelepípedo é futebol?
Criatividade na abordagem educacional é muito importante para o crescimento do Handebol como modalidade!
Concluindo o dia:
Parece que estamos o tempo todo correndo contra o tempo, nunca consigo terminar o que proponho fazer no dia. Os alunos não terminam e nem sempre compreendem o que a consigna pede. Estou tentando dar conta, mas tem hora que... Meu Deus!
É muito bom vê-los na Educação Física!
PAUTA DO DIA, 6/09/2011
H/H/G/M/M
Filme Ultima Romaria(Patrono da escola).
Comentários,
Situações problema (fração).
Tabuada
Concluindo o dia:
Estão melhorando a produção. Graças a Deus e ao interesse deles.
Fração ainda não compreenderam muito bem, mas é inicio, logo estarão craques.
O filme do Joaquim Novaes, nos ensinou muito. Retrarta um grande amor pela Pátria e pela família.É triste, mas cheio de valores por detrás das imagens.
PAUTA DO DIA
8/09/2011 C/C/C/P/P
Sistema nervoso
Ordem alfabética,, coesão, pronomes pessoais, classificação quanto a silaba tonica.
Coesão( Cobra Honorato) Fotocópia
Lacunas
Alguns alunos não terminaram as atividades. Isto me deixa muito triste, afinal o final do ano está aí.
A leitura de alguns alunos está me surpreendendo, que maravilha!
PAUTA DO DIA 09/09/11 E.ART/E.ART/P/M/M
Mapa conceitual (Meu melhor amigo)
Produção oral.
Maria Julia ( Consciência Fonológica).Trilha
Medidas,
Hino Vargem Grande Paulista.
HORA DA MERENDA!!!
Os dias estão corridos e sinto que os alunos ainda não criaram o habito de estudar. Alguns ainda não perceberam a importância do estudo diário para um bom aproveitamento em sala.
Conversarei com os pais de alguns.
PAUTA DO DIA: 12/09/2011
M/M/E.F/P/P
Fração própria e imprópria,
Situação problema livro didático,
Leitura e interpretação,O leopardo.
Concluindo o dia:
Tabata não tem vindo a escola. Os conteúdos estão caminhando de acordo com o conceito dos alunos.Encontraram dificuldades em compreender as frações improprias, mas acredito que não encontrarão dificuldades se nos empenharmos na sistematização e estudo.Infelizmente o professor de E. F não veio.
PAUTA DO DIA: 13/09/11
H/H/G/M/M
Fechamento do Brasil Colonial
Regiões , estados e capitais,
Correções das situações do dia-a-dia,
Concluindo o dia
Cada dia é um novo dia, percebo o avanço de uns e muita vontade de todos em querer ser melhor. As vezes ficamos nervosos e extrapolamos um pouco, mas todos na verdade querem ser melhor. Necessitamos encontrar estratégias condizentes com a singularidade do aluno.Estou em busca e conseguirei com a ajuda deles, tenho certeza.
PAUTA DO DIA : 14/09/2011 G/E.F/M/M/P
Hinos (canto)
Mapas, Regiões, Rosa dos ventos,
Mensagem bagunçada do Lamolego,
Dígrafos, encontros vocálicos, encontro consonantal,artigos, pronomes, verbos.
Concluindo o dia:
Meu Deus, como estão escrevendo errado!!! Não prestam atenção e os erros são gritantes!!! Precisamos melhorar isto.
PAUTA DO DIA: 15/09/11 C/C/C/P/P
Feed back da aula anterior.
Visita de Joaquim Tadeu Novaes( filho do Patrono da escola).
Concluindo o dia:
Tem coisas na vida, que não ha dinheiro que pague,, esta visita é uma delas. Foi maravilhoso a vinda do Tdeu a nossa sala. Os valores foram sobressaltados, a emoção e o enaltecimento da alma. O dia foi melhor do que o programado, além da educação dos alunos. Tive muita sorte de estar com estes alunos!Aprendemos muito, muito, muito!!!
PAUTA DO DIA: 16/09/2011 E.A/E.A/M/M/P
Geometria, Polígonos e Poliedros,
Feed back de gramatica para prova,
Conversa sobre a importância do estudo diário,
Maria Julia (trilha),
Produção de texto oral e leitura de textos jornalísticos espontânea.
Concluindo o dia:
Acredito que estudarão. Os conteúdos para o dia foram abordados e atingidos. Que bom, aguardemos as avaliações.
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