terça-feira, 31 de maio de 2011

O CÓDIGO FLORESTAL E O HINO NACIONAL

Letra do Hino Nacional Brasileiro
I
OUVIRAM DO IPIRANGA AS MARGENS PLÁCIDAS( ATUALMENTE AS MARGENS DOS NOSSOS RIOS ERAM COMO A DO  IPIRANGA,  PLÁCIDAS? NOS EMOCIONAM PELA BELEZA OU PELA DEGRADAÇÃO?  )

DE UM POVO HERÓICO O BRADO RETUMBANTE,
E O SOL DA LIBERDADE, EM RAIOS FÚLGIDOS,,
BRILHOU NO CÉU DA PÁTRIA NESSE INSTANTE.
SE O PENHOR DESSA IGUALDADE
CONSEGUIMOS CONQUISTAR COM BRAÇO FORTE,
EM TEU SEIO, Ó LIBERDADE,
DESAFIA O NOSSO PEITO A PRÓPRIA MORTE!

Ó PÁTRIA AMADA,
IDOLATRADA,
SALVE! SALVE!

BRASIL, UM SONHO INTENSO, UM RAIO VIVIDO
DE AMOR E DE ESPERANÇA À TERRA DESCE,
SE EM TEU FORMOSO CÉU, RISONHO E LÍMPIDO,
A IMAGEM DO CRUZEIRO RESPLANDECE.

GIGANTE PELA PRÓPRIA NATUREZA,(AINDA É GIGANTE, PELA SUA EXUBERÂNCIA, PELA NATUREZA, CONTUDO AS MUDANÇAS APROVADAS PELO  O CÓDIGO FLORESTAL AMEAÇA DE ALGUMA FORMA ESTA GRANDEZA BRASILEIRA,,A NOSSA GRANDEZA, PRECISAMOS TER CONSCIÊNCIA, DE QUE TUDO ESTÁ INDO EMBORA, QUEM DEGRADOU TEM QUE PAGAR , TEM QUE REPLANTAR,TEM QUE DAR SEUS PULOS,, )
ÉS BELO, ÉS FORTE, IMPÁVIDO COLOSSO,

E O TEU FUTURO ESPELHA ESSA GRANDEZA.(NUNCA SE FALOU TANTO EM SUSTENTABILIDADE,MUITO SE TEM FALADO DE UM BRASIL QUE ESTÁ SE DESENVOLVENDO, MAS NÃO PODEMOS PERMITIR QUE SEJA A CUSTA DE DESMATAMENTOS DE NOSSAS FLORESTAS,BRASIL CRESCENDO, SE DESENVOLVENDO, A CUSTA DE NOSSAS FLORESTAS, DE NOSSOS BIOMAS, VALE A PENA SACRIFICAR TUDO ISSO POR ESTE DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO, QUE NÃO CHEGA A TODAS AS PESSOAS ESTE DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO? OS DEPUTADOS DEVEM ENTENDER QUE NÃO VALE A PENA, DEPUTADOS APROVAM MUDANÇAS VERGONHOSAS)

TERRA ADORADA,
ENTRE OUTRAS MIL,
ÉS TU,BRASIL,
Ó PÁTRIA AMADA!

DOS FILHOS DESTE SOLO ÉS MÃE GENTIL,( GIGANTE PELA PRÓPRIA NATUREZA , POR ESTA MÃE GENTIL,FILHOS PARECEM NÃO SE PREOCUPAR COM A GENTILEZA DA MÃE NATUREZA,QUE NOS DÁ TUDO, CHUVA, SOL, O QUE ESTÁ HAVENDO NO PLENAARIO FORAM FILHOS QUE RESOLVERAM SE REBELAR CONTRA A MÃE,  PASSANDO A FACA NO PESCOÇO DA MÃE.)

PÁTRIA AMADA,
BRASIL!

II
DEITADO ETERNAMENTE EM BERÇO ESPLÊNDIDO,( PRECISAMOS LEVANTAR E PARTICIPAR E DE ALGUMA FORMA FAZERMOS  A NOSSA PARTE, TOMARMOS O NOSSO LUGAR DE FATO, QUANDO SE ESTÁ EM JOGO O FUTURO DO BRASIL)

AO SOM DO MAR E À LUZ DO CÉU PROFUNDO,
FULGURAS, Ó BRASIL, FLORÃO DA AMÉRICA,
ILUMINADO AO SOL DO NOVO MUNDO!
DO QUE A TERRA MAIS GARRIDA,

TEUS RISONHOS, LINDOS CAMPOS TÊM MAIS FLORES;(PENSO QUE O DEPUTADO ALDO RIBEIRO, DE ACORDO COM O CÓDIGO QUER MUDAR ESTA PARTE DO HINO, QUER COLOCAR :TEUS RISONHOS LINDOS CAMPOS TEM MAIS SOJA,

"NOSSOS BOSQUES TEM MAIS VIDA,"( NOSSOS BOSQUES QUE DEVERIAM TER MAIS VIDA,TENHAM MAIS GADO,A CUSTA DE OUTRA VIDAS, DAS FLORESTAS, , DAS  ÁRVORES,E EM SEUS LUGARES O GADO,  MAIS CAPIM,PARA ENRIQUECER OS GRANDES PRODUTORES, OS PECUARISTAS),
"NOSSA VIDA" NO TEU SEIO "MAIS AMORES".

Ó PÁTRIA AMADA,
IDOLATRADA,
SALVE! SALVE!.

BRASIL, DE AMOR ETERNO SEJA SÍMBOLO
O LÁBARO QUE OSTENTAS ESTRELADO,
E DIGA O VERDE-LOURO DESSA FLÂMULA

-PAZ NO FUTURO E GLÓRIA NO PASSADO.(IGNORANDO A GLÓRIA DO PASSADO ,TROCANDO A GLORIA DO PASSADO, A UNICA PAZ QUE HAVERÁ NO FUTURO É A PAZ DE QUEM PREFERIU SEUS PRÓPRIOS INTERESSES, IGNORAR A GLORIA DO PASSADO, DE UM PAÍS QUE  DE FATO  TEM UMA NATUREZA EXUBERANTE,  TROCANDO POR UM PAÍS PRODUTOR, POR UM PAÍS APENAS QUE PRODUZ, ESQUECENDO DE QUE PARA PRODUZIR NECESSITAMOS DE TERRA FÉRTIL, ONDE HAJA VIDA EM ABUNDANCIA, FACILITANDO ASSIM ESTA PRODUÇÃO).

MAS, SE ERGUES DA JUSTIÇA A CLAVA FORTE,

VERÁS QUE UM FILHO TEU NÃO FOGE À LUTA,
(MUITAS VEZES NÓS BRASILEIRO FUGIMOS SIM DESTA LUTA, PREFERIMOS ASSISTIR NOVELAS, DO QUE ENCARAR A NOVELA DA VIDA REAL, E NÓS FAZEMOS PARTE DELA, E COMO AS COISAS ESTÃO INDO, O FINL CERTAMENTE NÃO SERÁ FELIZ.)
NEM TEME, QUEM TE ADORA, A PRÓPRIA MORTE.

TERRA ADORADA,
ENTRE OUTRAS MIL,
ÉS TU, BRASIL,
Ó PÁTRIA AMADA!
DOS FILHOS DESTE SOLO ÉS MÃE GENTIL,
PÁTRIA AMADA,
BRASIL!
Vocabulário (Glossário)

Plácidas: calmas, tranqüilas
Ipiranga: Rio onde às margens D.PedroI proclamou a Independência do Brasil em 7 de setembro de 1822
Brado: Grito
Retumbante: som que se espalha com barulho
Fúlgido: que brilha, cintilante
Penhor: garantia
Idolatrada: Cultuada, amada
Vívido: intenso
Formoso: lindo, belo
Límpido: puro, que não está poluído
Cruzeiro: Constelação (estrelas) do Cruzeiro do Sul
Resplandece: que brilha, iluminidada
Impávido: corajoso
Colosso: grande
Espelha: reflete
Gentil: Generoso, acolhedor
Fulguras: Brilhas, desponta com importância
Florão: flor de ouro
Garrida: Florida, enfeitada com flores
Idolatrada: Cultivada, amada acima de tudo
Lábaro: bandeira
Ostentas: Mostras com orgulho
Flâmula: Bandeira
Clava: arma primitiva de guerra, tacape

Todas as quartas, cantamos o Hino Nacional, analisem com atenção a letra do Hino e de acordo com a leitura e se aprovado for o novo Código Florestal, como ficará nosso Hino?
Buscando na internet estratégias para minha aula, encontrei esta vídeo e não posso deixar de compartilhá-lo, pois tem tudo a ver com o que estamos estudando neste bimestre. A reflexão é maravilhosa, não deixemos de levar para nossas salas e façamos nossa reflexão junto aos nossos alunos, para que sejam conscientes e participem com propriedade deste Projeto, com atualidades, estabelecendo relações com nossa História.
Espero estar contribuindo de alguma forma, em alguma sala de aula, com algum colega blogueiro.

ótimo para 4ºano

Ciclo do ouro


Faz parte do plano de aula de hoje, que será exibido e refletido sobre as questões, amanhã.

Como economizar energia!

De onde vem a energia?

Aprendizagem

Cada dia que se passa, percebo o quanto podemos aprender com nossos alunos. Eles nos surpreendem e nos fazem pensar sobre algumas estratégias de sala.

Trabalhamos geralmente em grupo, porque é um ajudando o outro e respeitando o ser histórico que cada um é.Percebo e comprovo o conhecimento que cada um vem adquirindo e a construção da autopoiese de acordo com esta individualidade. As atitudes de alguns são louváveis!

Sou agraciada por Deus porque tenho em minha sala alunos maravilhosos e comprometidos com o conhecimento, com a professora! O respeito é tudo e respeitamos uns aos outros.
Na esntrevista que fizeram com a Diretora, perguntei se gostariam de socializar com os outros grupos e me surpreendi com a questão que quiseram comentar:

 - Qual era a relação da Diretora com os alunos?
Eles disseram que a resposta da Diretora foi:
- Vejo cada aluno, como se fosse meu filho, então quero saber quais são suas dificuldades, o que sentem, seus nome...

 Fiquei analisando depois da aula, que, todos nós queremos que as pessoas com as quais convivemos, saibam nossos nomes, que nos  identifiquem como seres únicos e que olhem sempre dentro de nossos olhos para falar conosco! Foi muito bom ouvi-los, e como é gostoso confirmar nossas hipóteses com relação ao que pensamos deles!

É uma sala com pessoas diferentes, maneira de aprender diferente, mas é digna de elogios porque eles querem surpreender as pessoas e querem apreender.
Não consegui fechar a pauta hoje,devido a própria dificuldade de interpretação dos grupos das noticias e reportagens, mas não fiquei desanimada porque estou vendo o progresso em alguns alunos que anteriormente nem conseguiam expor  suas idéias, portanto estamos caminhando...

Na tabuada oral, posso dizer que estamos conseguindo aos poucos avançar na rapidez do racocionio.
Explico que quando sabemos, não devemos ficar preocupados, quando temos propriedade é só alegria.Por que oral? Penso que atualmente muito dos conteúdos estão também se perdendo, como saber a tabuada na "ponta da língua", estudar para as provas, são alguma das coisas que não se cobram  mais, porque dizem que  o aluno fica com medo, mas e daí? Não se estuda mais? E como fica as avaliações?  São questões que coloco para eles, e ouço também o que eles pensam.

Ouvir é um outro fator que também não tem ocorrido nas escolas, por que será?
Ler em voz alta, interpretar oralmente para identificarmos a sequencia lógica, raciocinar escrevendo a forma como pensou, entre outras questões que as vezes pensamos estar perdendo tempo...

Fico indignada quando vejo que o professor da sala desconhece quem é seu aluno, o que ele sabe, o que precisa saber, avançar... Que educação é esta? Que professores são estes? Quem na verdade é este profissional que está encarregado de participar, querendo ou não da vida deste ser, que não sabe nada sobre ele, que não percebeu que não enxerga, não ouve, não lê,....
Somos eternamente responsáveis por quem cativamos!

Mas e daí? Quais deles nós realmente cativamos? Nos deixamos cativar? ( desabafo)
Amanhã, continuaremos a compreensão de cada um sobre as noticias e reportagens e estaremos estabelecendo relações com os conteúdos do bimestre.

Ah, e tomara que amanhã o professor de Ed. Física venha!

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Tudo posso Naquele que me fortalece

Podemos tudo, podemos ser melhores, basta acreditarmos no Pai, para que sejamos dignos de sua misericórdia, de teu imenso amor.
Ele fala conosco todos os dias, mas nem sempre estamos prontos para ouvi-lo. Deus é maravilhoso,nos dá a liberdade de escolha e está sempre de braços abertos nos esperando!
Enquanto profissionais o que estamos fazendo? Enquanto pessoas, o que estamos esperando para sermos um pouquinho melhor?
Observemos  a noite, o dia e que possamos buscar nesta beleza divina a paz necessária , e assim consigamos  ter a humildade , a compreensão, paciência e dedicação necessária para que sejamos um novo ser.
E a todos que passarem por aqui, que Nosso Senhor Jesus Cristo  derrame bençãos e cubra com teu manto sagrado o lar de cada um, e aqueles que não passarem também!!! Cubra nosso Planeta de muita paz.

Noticia ou reportagem?

Aulas de hoje:
P/P/E.F/M/M
Hipóteses sobre rabiolas em fios elétricos.
Registrando as hipóteses.
Diferença entre Noticia e Reportagem.Livro Didático, pags. 194,195,196
Leitura e interpretação.
Entrevista com a Diretora.
Situações problema.
Para casa, atividades livro didático, pags.197, 198.

Qual é a diferença entre noticia e reportagem?

 Na notícia, a função essencial é a de tornar público determinado fato. Nas palavras de Charnley(*), notícia "é a informação corrente dos acontecimentos do dia posta ao alcance do público". Ou seja, noticiar é tornar acessível ao conhecimento do público o relato compreensível (informação) sobre um determinado fato. Logo, noticiar é anunciar. E só será notícia aquilo que for anunciado.
A função da reportagem, por sua vez, é a de detalhar e contextualizar aquilo que já foi anunciado e não tem compromisso com o acontecimento presente.

Hoje novamente o professor de Ed. Física não compareceu.
A aluna Tabata não veio de novo e nem o aluno Elder. Mãeda Tabata se justificou, mas do Elder não.
Renan faltou mas veio se justificar, foi fazer exames.
Hoje o Aluno Luís Felipe foi muito bem na leitura, fiquei orgulhosa, Vitor José também está melhorando, só necessita de masi atenção ao interpretar.Pedro está cada dia melhor, Luiz Gustavo também está me deixando muito orgulhosa, enfim todso tem potencial para ser cada dia melhor.
Avaliando o dia de hoje no geral foi regular, porque situação problema é de arrepiar os cabelos. Mas reverei as estratégias e tentarei enxergar estes alunos, que ainda não consegui ouvi-los e compreende-los. Chegaremos lá.


Entrevista com  a Diretora Berenice.

Só faltou um integrante do grupo: Renan Brito.A entrevista será publicada em nosso Jornal, que ficará pronto em breve.




sexta-feira, 27 de maio de 2011

Conclusão da semana...

Um conto de Tolstoi contado pelo mestre Zen Thich Nhat Hanh
A um imperador certa vez ocorreu-lhe que nada jamais o afastaria do caminho justo se soubesse responder apenas às seguintes perguntas:
Qual é o melhor momento ?
Quais são as pessoas mais importantes ?
Qual é a coisa mais importante a fazer ?

O imperador promulgou um decreto para todo o seu império a anunciar que quem soubesse responder às três perguntas receberia uma grande recompensa. Depois de terem lido este decreto, muitos se dirigiram ao palácio com as suas diferentes respostas.
Respondendo à primeira pergunta, alguém sugeriu ao imperador que estabelecesse uma ocupação total do tempo, com as horas, dias, meses, anos e as tarefas a realizar. Se seguisse isso à letra, o imperador poderia então vir a fazer cada coisa em seu devido tempo. Uma outra pessoa retorquiu que era impossível prever tudo, que o imperador devia pôr de parte todas as distracções inúteis e que se devia manter atento a todas as coisas de maneira a saber quando e como agir. Uma outra insistiu em que o imperador não podia sozinho possuir a clarividência e a competência necessárias para decidir quando fazer algo. Parecia-lhe que o mais importante era nomear um Conselho de Sábios e de agir de acordo com as suas recomendações. Uma outra pessoa disse que certas questões necessitavam de um decisão imediata e não podiam esperar por uma consulta. Contudo, se o soberano desejasse conhecer com antecedência o que ia acontecer, ser-lhe-ia possível interrogar os adivinhos e os magos.
As respostas à segunda pergunta divergiram também muito entre si. Alguém disse que o imperador devia colocar toda a sua confiança nos seus ministros, um outro recomendou que fosse nos padres e nos monges, outros, ainda, nos médicos e mesmo nos militares.
À terceira pergunta foram dadas respostas igualmente variadas. Alguns afirmaram que a procura mais importante era a ciência, outros insistiram que era a religião e outros ainda que era a arte militar. O imperador não ficou satisfeito com nenhuma das repostas e não atribuiu a ninguém a recompensa.
Depois de várias noites de reflexão, o soberano decidiu visitar um eremita que vivia na montanha e que era tido por um ser iluminado. O imperador desejava encontrar o santo homem para lhe colocar as três perguntas, sabendo muito bem que o eremita nunca deixava as montanhas e que era conhecido por não receber senão pessoas pobres e por recusar qualquer contacto com ricos e poderosos. Por esta razão, o soberano disfarçou-se de camponês pobre e ordenou à sua escolta que esperasse por ele aos pés da montanha enquanto procurava sozinho o eremita.
Ao chegar à morada do homem santo, o imperador avistou-o a cavar o jardim diante da sua cabana. Ao ver o estrangeiro, o eremita saudou-o com a cabeça e continuou a cavar. Era um trabalho aparentemente muito penoso para um velho como ele; ofegava ruidosamente de cada vez que enterrava a enxada no solo para revolver a terra. O imperador aproximou-se dele e disse: “Vim pedir a vossa ajuda. São estas as minhas perguntas:
Qual é o melhor momento para qualquer coisa?
Quais são as pessoas mais importantes em qualquer trabalho?
Qual é a coisa mais importante a fazer em qualquer momento?”

O eremita escutou-o atentamente e, depois de dar uma pequena palmada no ombro do imperador, retomou o trabalho. O monarca disse então:
“Deveis estar cansado. Deixai-me ajudar-vos”.
O velho homem agradeceu-lhe, entregou-lhe a enxada e sentou-se no chão para descansar. Depois de ter cavado duas leiras, o imperador parou, voltou-se para o eremita e repetiu-lhe as suas três perguntas. De novo, o velho homem não lhe respondeu, mas levantou-se e, mostrando a enxada, disse-lhe: “Porque não descansais um pouco? Eu continuo”. Mas o imperador continuou a cavar a terra. Passaram uma e outra hora. Por fim, o sol pôs-se atrás da montanha. O soberano pousou a enxada e disse ao eremita: “Escutai-me, eu vim até aqui para vos perguntar se sabeis responder às minhas três perguntas. Mas se não souberdes, dizei-mo para eu regressar a casa”.

O eremita levantou a cabeça e perguntou ao imperador: “Ouvis alguém a correr na nossa direcção?” O imperador voltou a cabeça e ambos viram surgir do bosque um homem com uma longa barba branca. Corria tropegamente, com as mãos a pressionar uma ferida no ventre, que sangrava. O homem correu em direcção ao soberano até cair sem sentidos no chão. Gemia e, ao abrir a sua camisa, o imperador e o eremita viram que ele tinha uma ferida profunda. O monarca limpou-a totalmente, e a seguir fez-lhe um penso com a sua própria camisa. Visto que o sangue corria abundantemente, teve de enxaguar e enfaixar várias vezes a sua camisa até conseguir estancar o sangue da ferida.
Finalmente, o homem ferido retomou a consciência e pediu água. O imperador correu até ao ribeiro e trouxe consigo uma bilha de água fresca. Ao longo de todo este tempo, o sol pusera-se e instalara-se o frio da noite. O eremita ajudou o imperador a levar o homem para a cabana onde o deitaram sobre a cama. Aí, fechou os olhos e adormeceu sossegadamente. O soberano estava esgotado pela longa jornada que fizera, de caminhar na montanha e de cavar o jardim. Apoiando-se à porta, adormeceu. Por um momento, esqueceu-se onde estava e o que ali tinha vindo fazer. Quando acordou, olhou para a cama e viu o homem ferido, que também se perguntava o que fazia ali naquela cabana. Quando este viu o imperador, olhou-o atentamente nos olhos e disse num murmúrio dificilmente perceptível: “Por favor, perdoai-me”.
“Mas o que fizestes para merecerdes ser perdoado?” perguntou o soberano.
“Vossa Majestade não me conhece, mas eu conheço-vos. Eu fui vosso inimigo e fiz o voto de me vingar por terdes morto o meu irmão na última guerra e por vos terdes apoderado de todos os meus bens. Quando soube que vínheis sozinho a esta montanha para vos encontrardes com o eremita, decidi montar-vos uma cilada e matar-vos. Esperei durante muito tempo, mas vendo que não vínheis, deixei o meu esconderijo para vos procurar. Foi assim que acabei por dar com os soldados da vossa guarda que, ao reconhecerem-me, infligiram-me esta ferida. Felizmente, consegui fugir e correr até aqui. Se não vos tivésseis encontrado, teria com certeza morrido na hora. Eu tinha a intenção de vos matar e vós salvastes-me a vida! Sinto uma enorme vergonha, mas também um reconhecimento infinito. Se viver, faço o voto de vos servir até ao meu derradeiro sopro e ordenarei aos meus filhos e aos meus netos que sigam o meu exemplo. Suplico-vos, Majestade, concedei-me o vosso perdão!”

O imperador encheu-se de alegria ao ver com que facilidade se havia reconciliado com um antigo inimigo. Não apenas o perdoou, mas prometeu também restituir-lhe todos os seus bens e enviar o seu próprio médico e os seus servidores para se ocuparem dele até se curar completamente. Após ter dado ordem à sua escolta de reconduzir o homem a sua casa, o imperador regressou para se encontrar com o eremita. Antes de regressar ao seu palácio, o soberano desejava, por uma última vez, fazer as três perguntas ao velho homem. Encontrou o eremita a semear os grãos nas leiras cavadas na véspera. O velho homem levantou-se e olhou-o. “Mas já tendes a resposta a essas perguntas”.
“Como assim?”, disse o imperador intrigado.
“Ontem, se não tivésseis tido piedade da minha velhice e não me tivésseis ajudado a cavar a terra, teríeis sido atacado por este homem quando regressásseis. Teríeis então lamentado profundamente não terdes ficado comigo. Por consequência, o momento mais importante foi o tempo passado a cavar o jardim, a pessoa mais importante fui eu e a coisa mais importante foi ajudares-me. Mais tarde, depois da chegada do homem ferido, o momento mais importante foi aquele que passastes a tratar da ferida, porque se o não tivésseis feito, ele teria morrido e vós teríeis desperdiçado a ocasião de vos reconciliar com um inimigo. Do mesmo modo, ele foi a pessoa mais importante, e cuidar da ferida foi a tarefa mais importante. Lembrai-vos que não existe senão um único momento importante, que é agora.

Este instante presente é o único momento sobre o qual podemos exercer o nosso magistério. A pessoa mais importante é sempre a pessoa com a qual se está, aquela que está diante de vós, porque quem sabe se vireis a estar ocupado com uma outra no futuro? A tarefa mais importante é fazer feliz a pessoa que está ao vosso lado, porque a procura da vida é apenas isso.”

Fiz a leitura deste livro para meus alunos hoje, com o objetivo de mostrar-lhes que o momento de aprender é este, que a pessoa mais importante são estas que estão a nossa volta e que a tarefa mais importante é compartilhar o que sabemos. É uma leitura muito reflexiva, que nos faz sentir que o momento é único, não volta, por isso devemos ser o nosso melhor, com humildade e muito amor.

Em seguida fizeram a primeira apresentação da mostra das noticias do jornal.
Dois grupos estão perdidos, uns integrante eu ousaria dizer que devido a falta de outros dois integrantes, se sentiram perdidos, pois sei do potencial deles...
O outro, acredito que por terem compreendido mesmo, mas como todo ensaio ha erros, penso que com os erros é que adquirimos o saber, apreendemos...
Estamos caminhando!
Seria muito mais comodo se entregasse o livro e pedisse para que fizessem leitura, mas não é assim que penso que apreendemos,no meu conceito apreender, exige estabelecer relações, ir e voltar, perceber as ligações e isto necessita que estudemos, que provoquemos, que nos dediquemos, enfim, que pesquisemos....

Comentei com eles também sobre Escher

Escher ficou mundialmente famoso por representar construções impossíveis, preenchimento regular do plano, explorações do infinito e as metamorfoses – padrões geométricos entrecruzados que se transformam gradualmente para formas completamente diferentes. Sua capacidade de gerar imagens com impressionantes efeitos de ilusões de óptica, com notável qualidade técnica e estética, respeitando as regras geométricas do desenho e da perspectiva, é uma de suas principais contribuições para as artes.
Foi depois de uma incursão à Espanha, onde teve contato com mosaicos mouros, que começou a desenvolver trabalhos se utilizando do preenchimento regular do plano. Escher achou muito interessante as formas como cada figura se entrelaçava a outra e se repetia, formando belos padrões geométricos. A partir de uma malha de polígonos, regulares ou não, Escher fazia mudanças, mas sem alterar a área do polígono original. Assim surgiam figuras de homens, peixes, aves, lagartos, todos envolvidos de tal forma que nenhum poderia mais se mexer. Tudo representado num plano bidimensional.
Destacam-se também os trabalhos do artista que exploram o espaço. Escher brincava com o fato de ter que representar o espaço, que é tridimensional, num plano bidimensional, como a folha de papel. Com isto ele criava figuras impossíveis, representações distorcidas, paradoxos.
Assim como Escher adorava brincar com a percepção imediata das pessoas, apresentando um mundo dos sonhos, onde não existem direções certas, em cima ou embaixo (Outro mundo,1947 e Relatividade, 1953), a mostra também recriará essa sensação se utilizando de alguns efeitos, como o de uma imagem plotada no chão que se completa no espelho curvado, numa divertida mistura das três dimensões. “Adoramos o caos porque sentimos amor em produzir ordem”, dizia o artista.


Depois foi entregue uma folha quadriculada par que criassem, soltassem a imaginação com as figuras geométricas.

MERECE ATENÇÃO

ESSA CALOU OS AMERICANOS.!!!
SHOW DO MINISTRO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO NOS ESTADOS UNIDOS


Essa merece ser lida, afinal não é todo dia que um brasileiro dá um esculacho educadíssimo nos americanos!
Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos,o ex-governador do DF, ex-ministro da educação e atual senador CRISTÓVAM BUARQUE, foi questionado
sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.
O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um brasileiro.
Esta foi a resposta do Sr.Cristóvam Buarque:
"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.
"Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.
"Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro.O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia
para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou
diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço."
"Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser
internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.
Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
"Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França.
Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário
ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês,decidiu enterrar com ele, um quadro de
um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
"Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York,
como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.
"Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas
mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
"Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola.
Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.
"Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo.
Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia
seja nossa. Só nossa!

ESTA MATÉRIA NÃO FOI PUBLICADA, POR RAZÕES ÓBVIAS.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

26/05/2011


"Educar é preparar para a liberdade. As pessoas são livres porque podem escolher. E só podem escolher quando conhecem alternativas. Sem informação não há alternativa, e , portanto, sem alternativa não há liberdade. O bom educador deve estimular a diversidade, torcendo para que seus alunos tenham suas próprias idéias. E, mais do que isso, tenham a coragem de defendê-las, devidamente fundamentadas, em qualquer situação. E, sobretudo, tenham a coragem e a segurança de se admitirem errados e mudarem sua opinião"
Gilberto Dimenstain, jornalista





C/C/PROERD/PORT/PORT
Conteúdos
Continuidade de Biomas e Código Florestal
Continuidade das seções do Jornal
Nome do Jornal
Perigos da Pipa
Diário intimo sobre a rede elétrica e a pipa.
Síntese oral  dos livros levados
Noticias do Jornal e Proerd( esclarecimentos).

Metodologia
Trabalhos em grupos

Avaliação
Término do primeiro rascunho de cada seção.

Código Florestal

Uma das noticias de nosso Jornal, claro que da maneira como os alunos entenderam.

Entenda a polêmica que envolve o novo Código Florestal

Base contrariou governo e aprovou que estados legislem sobre APPs.
Senado ainda vai analisar; líder do governo avisou que Dilma pode vetar.

Do G1, em Brasília
O novo Código Florestal foi aprovado na madrugada desta quarta-feira (25) na Câmara dos Deputados com alguns pontos polêmicos, que causaram divergências entre deputados governistas, da base de sustentação do governo e da oposição.
Agora, a discussão será iniciada no Senado, que poderá alterar os itens polêmicos. Caso haja mudança em relação ao texto aprovado na Câmara, os deputados voltam a analisar o texto do novo Código Florestal. Depois, o código vai à sanção da presidente Dilma Rousseff, que tem a prerrogativa de vetar o texto parcial ou integralmente.
O líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), já adiantou que, caso os interesses do governo sejam contrariados, a presidente usará o poder de veto. Confira abaixo, ponto por ponto, o porquê de tantas divergências.
O que é o código
O Código Florestal é a legislação que estipula regras para a preservação ambiental em propriedades rurais. Define o quanto deve ser preservado pelos produtores. Entre outras regras, prevê dois mecanismos de proteção ao meio ambiente. O primeiro são as chamadas áreas de preservação permanente (APPs), locais como margens de rios, topos de morros e encostas, que são considerados frágeis e devem ter a vegetação original protegida. Há ainda a reserva legal, área de mata nativa que não pode ser desmatada dentro das propriedades rurais.
Ambientalistas x ruralistas
Os dois grupos estão em lados opostos. Enquanto os ambientalistas creem que as mudanças no Código vão favorecer os desmatamentos, os ruralistas alegam que a legislação vigente é muito rigorosa e prejudica a produção.
Texto-base
O texto base do novo código, de autoria do deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP), foi aprovado em uma comissão especial sobre o tema em julho do ano passado. Nove meses depois de discussões entre deputados ligados ao ambientalismo e ao ruralismo, Rebelo criou um novo texto, denominado emenda substitutiva global.
Isenção aos pequenos
O texto contém a isenção aos pequenos produtores da obrigatoriedade de recompor reserva legal em propriedades de até quatro módulos fiscais – um módulo pode variar de 40 hectares a 100 hectares dependendo da região. O governo era contra isenção aos pequenos, mas acabou abrindo mão após acordo para que o texto fosse aprovado na Câmara.
Consolidação de cultivos em APPs
Outro ponto que gerou divergência foi o que pode ser cultivado em APPs. O texto-base traz a garantia de que algumas plantações, como cultivo de maçã ou plantio de café, serão consolidadas nas APPs. No entanto, a definição do que pode ou não pode ser mantido ficou fora do texto. Após um amplo acordo, foram estipuladas as regras por meio de uma emenda ao texto-base, a 164, que foi motivo de discórdias no plenário da Câmara.
Margem de rios
O texto aprovado diz que os pequenos produtores que já desmataram suas APPs em margem de rio poderão recompor a área em 15 metros a partir do rio. Os demais devem recompor em 30 metros. O governo era contra, mas o relator alegou que a recomposição prejudicaria a atividade dos ribeirinhos que vivem nas margens dos rios. Um acordo prevê que o Senado altere o texto para que haja a recomposição da vegetação de apenas 20% da total da terra para áreas de até quatro módulos fiscais.
Arte Código Florestal 22h 02/05 (Foto: Editoria de Arte / G1)
Anistia a quem desmatou
O texto-base tem um artigo que trata da anistia para quem desmatou até julho de 2008. Ou seja, todas as multas aplicadas por desmatamento até 2008 serão suspensas caso o produtor faça adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA). Se ele cumprir o programa, é anistiado. Se não cumprir, precisa pagar as multas.
Emenda 164
A polêmica emenda 164, de autoria do deputado Paulo Piau (PMDB-MG), tem relação com o PRA. Ela estabelece que a União estipularia as regras gerais e os estados definiriam, de fato, o que pode ser cultivado nas APPs. O governo federal é contra a proposta porque quer exclusividade para definir as atividades permitidas em APPs.
Na visão dos governistas, a emenda 164, aprovada pelos deputados, pode abrir uma brecha para que os estados anistiem agricultores que já ocupam áreas de preservação.
Os defensores da emenda argumentam que, se o governo federal tiver a prerrogativa de definir sobre as áreas de preservação ambiental, pequenos agricultores que já desenvolvem suas atividades em áreas de preservação poderão ser prejudicados.
Governo x base + oposição
O governo tentou derrubar a emenda 164, mas acabou sendo derrotado em plenário com apoio do principal aliado, o PMDB.
O PMDB e partidos da base e da oposição defendem que os estados decidam sobre os cultivos. A alegação é que o estado tem mais capacidade, por estar próximo do problema, de definir o que pode ser cultivado.
Durante a discussão na Câmara, o líder do governo chegou a bater boca com o líder do PMDB na Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (RN).
"Esta Casa está sob ameaça não quando o governo sai vitorioso. A Casa fica sob ameaça quando o governo é derrotado", disse o líder do governo. "Eu não sou aliado do governo Dilma. Sou o governo Dilma (...). Não aceito aqui que está se derrotando o governo. Como, se a proposta é nossa? “, afirmou. “Esta matéria não é nem a favor nem contra. É do Brasil real”, rebateu o líder do PMDB, com uma bancada composta por 80 deputados.
Senado
No Senado, o relator da matéria deve ser o senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC), ex-governador de Santa Catarina que, quando governava o estado, criou uma legislação semelhante ao Código Florestal em nível estadual. Ele já adiantou ao G1 que é a favor de estadualizar as decisões.
O governo deve trabalhar no Senado para incluir no texto do Código Florestal punições mais rigorosas para quem reincidir em crimes ambientais. O relator do texto na Câmara disse que não há previsão em seu texto porque as punições estão na lei de crimes ambientais, e não no Código Florestal.

Você é contra ou a favor? De sua opinião!

Projeto Eletropaulo

AES Eletropaulo alerta sobre o perigo de soltar pipas próximo aos fios elétricos
  • Publicado: 3/12/2010
 Redação
Nos últimos sete anos, a AES Eletropaulo registrou 106 acidentes com pipas na rede elétrica, sendo 25 fatais. Até dezembro de 2010, a concessionária teve oito acidentes envolvendo os papagaios. A confecção das pipas é também uma grande preocupação da AES Eletropaulo. Os materiais utilizados, como linhas metálicas e rabiolas de fitas VHS ou cassetes são condutores de energia elétrica e em contato com a rede, podem causar curto circuito e provocar acidentes graves.
O uso de cerol (pó de vidro com cola) oferece mais um risco: corta a camada de borracha que reveste os fios de alumínio ou de cobre, facilitando a transferência de corrente elétrica. Além disso, o cerol também pode provocar acidentes com pedestres, ciclistas e motociclistas. A AES Eletropaulo alerta ainda sobre os perigos de recuperar pipas que se encontram dentro das Estações Transformadoras de Distribuição (ETDs) ou subestações de energia.
Empinar pipas próximas a rede elétrica pode causar graves acidentes
Karen Moura Santiago | Atualizado em: 18/02/2010 08:55:37
Soltar pipas próximas à rede elétrica é arriscado ,
A brincadeira antiga de empinar pipas continua em alta para a garotada de hoje em dia e a época de férias é sem dúvida o período em que as pipas passeiam livremente no céu, uma mais bonita que a outra. Além de proporcionar a diversão, o ato de empinar pipas pode ser perigoso quando não são tomados os cuidados necessários no preparo da mesma no local escolhido para empiná-las.
Se a criança selecionar materiais condutores de energia para a construção da pipa como linhas metálicas e rabiolas de fitas VHS ou cassetes, e empiná-las em locais impróprios, próximos à rede elétrica, a criança corre o risco de sofrer um grave acidente.
Segundo a AES Eletropaulo em 2009, ocorreram 11 acidentes com pipas, sendo dois fatais e em janeiro de 2010, já foram registrados dois acidentes. Nos últimos seis anos, dos 97 acidentes com pipas, 21 resultaram em morte.
São nas regiões periféricas da capital que a maioria dos acidentes ocorrem. Para evitar que a brincadeira acabe mal, a AES Eletropaulo orienta que as crianças e os adolescentes empinem as pipas longe da rede elétrica e que se isso não for possível se dirijam aos parques e às praças públicas para brincar com segurança. “Um acidente elétrico pode deixar seqüelas como queimaduras (de primeiro, segundo ou terceiro grau), amputação de membros e até causar a morte”, afirma Fábio Carmo, diretor de Segurança do Trabalho e Meio Ambiente, da AES Eletropaulo.
A criançada além de arriscar as suas vidas empinando pipas em locais próximos a rede elétrica, usa o cerol que é o pó de vidro de cola na rabiola e esse ato oferece mais um risco: corta a camada de borracha que reveste os fios de alumínio ou de cobre, facilitando assim a transferência de corrente elétrica.
Além desse grande risco, o cerol também pode provocar acidentes com motociclistas, enfatiza a Eletropaulo. Segundo a Eletropaulo, além dos acidentes, a AES Eletropaulo também registrou no ano passado 13.943 ocorrências com pipas que causaram problemas no fornecimento de energia elétrica a maioria nos meses de janeiro e julho (2.867 e 2.329 casos, respectivamente). A Eletropaulo afirma que nos últimos seis anos, registrou 99.375 ocorrências com pipas que causaram interrupções ou problemas no fornecimento de energia elétrica.
“Os danos são provocados pelo rompimento de fios e pelo desligamento automático dos circuitos (que possuem dispositivos de segurança contra intervenção de objetos na rede). Um simples ‘lança-gato’ (pedra presa em uma linha) ou qualquer outro objeto condutor de energia elétrica, como barra de ferro, um trilho de cortina ou pedaço de madeira, pode ser fatal durante o resgate de uma pipa”, alerta o gerente de Operações da AES Eletropaulo, Fernando Mirancos.
 A AES Eletropaulo se preocupa com a segurança e a disseminação de informações para os 16,5 milhões de habitantes residentes na área de concessão da empresa e é por isso que criou um plano de segurança para a população “Esse plano tem como objetivo intensificar ações para a conscientização do público sobre os perigos da rede elétrica”, explica Fábio Carmo.
A empresa divulga essas informações através de colagem de faixas nos carros da frota e de adesivos em postes, indicando os riscos de empinar pipas e de construir próximo a rede elétrica, a distribuição de folders sobe o perigo da rede elétrica nas lojas de atendimento, uso de painéis informativos nas estações de trem, metrô e rodoviárias entre outros.
A AES Eletropaulo também realiza palestras, segundo a empresa no ano passado, foram realizadas aproximadamente 3.150 palestras sobre segurança e uso racional de energia elétrica para mais de meio milhão de pessoas. A AES Eletropaulo conta com 150 conferencistas treinados e equipados para proferir palestras em escolas, centros comunitários, igrejas, entidades, empresas e na comunidade. Para solicitar palestra, acesse o site: www.aeseletropaulo.com.br e clicar no link segurança.
Faz muito tempo que foi publicada esta matéria?  Quando foi atualizada?Quanto tempo faz que foi atualizada?
O que você ficou sabendo que ainda não sabia?

O dia de hoje, de ontem e anteontem...

Digamos que estamos caminhando com respeito ao ser histórico que cada um é. Não é fácil, mas não é impossível!
Hoje, 25/05/11, a Tabata compareceu e sentimos que estava com saudades! Não está resfriada, está super bem, nem foi necessário usar a bombinha. Quando estávamos escolhendo o nome do nosso Jornal, brinquei muito com ela, pedindo para que falasse ao meu ouvido sua ideia e os alunos ficavam todos curiosos, já imaginando o nome que eu daria, junto com a Tabata.
O nome sugerido por nós não foi o mais votado, mas valeu a pena, foi muito bom sentir a participação de todos. Eu sei que ela participa, do seu jeitinho, sei que me ouve e que gosta de estar ali!
Quando fazemos a oração no momento da refeição, ela também agradece a Deus do seu modo, eu a ajudo da maneira como posso e como sinto que devo.
 QUE SORRISO GOSTOSO!!! ESTÁ FELIZ DE ESTAR NA SALA, DE OUVIR SEUS COLEGAS E A PROFESSORA, CLARO!!!
Percebam a expressão dela, não está super bem?  O educador necessita estar com os olhos bem abertos, com todos os sentidos bem aguçados para compreender o que os alunos dizem. Concordo com o pesquisador Perkins, quando fala da relação de respeito e confiança, professor, aluno, pais, diretores,..  enfim!
O nome para o Jornal ainda está em discussão.
Nas aulas de matemática estamos trabalhando duro com os alunos que ainda não compreendem a divisão, mas são inteligentes e conseguirão em breve.
O único aluno que faltou hoje foi o Elder e a mãe não justificou.
As seções do Jornal estão saindo!!! Tabata está no grupo da Primeira Página, penso que será muito bom, as expectativas são ótimas, vejamos os resultados. Estão trabalhando duro!!!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Aulas da semana

23/05/2011 P/P/Ed.F/M/M
Objetivo: Apresentação da Mostra e reflexão sobre :Mesmo falantes cultos não seguem a norma padrão.
Feed-back da semana.
Conteúdos: Situações problemas
Seleção dos cadernos (Jornal) que serão confeccionados por eles(Foram sorteados).
Inicio da montagem do Jornal e as matérias que serão publicadas.
Tabata não veio de novo!

24/05/2011 M/M/H/G/G
Redigindo as matérias.
Escolha do nome do Jornal.
Situações problema (correção).


Mesmo falantes “cultos”, não seguem a língua padrão, viu?

São Paulo, domingo, 22 de maio de 2011
Mesmo falantes cultos não seguem a norma padrão.
Análise leva em conta mais de 1.500 horas de entrevistas gravadas desde a década de 1970 em cinco capitais
Pesquisa mostra que entre brasileiros com nível superior só 5% usam pronomes da forma recomendada

“Os menino pega o peixe e colocam na mesa.” O leitor mais escolarizado provavelmente estranhará a falta de concordância na frase anterior entre o artigo e o substantivo e entre o sujeito e o verbo. Mas há algo mais nela em desacordo com o que é ensinado em gramáticas.
Falta o pronome oblíquo “o”, para que a frase, agora escrita em total acordo com a norma padrão, fique assim: “Os meninos pegam o peixe e colocam-no na mesa.”
Análise de mais de 1.500 horas de entrevistas gravadas desde 1970 em cinco capitais revelam que mesmo os brasileiros de nível universitário, na fala, usam variedades linguísticas em desacordo com a norma padrão.
Estudos feitos a partir do projeto Nurc (Norma Linguística Culta Urbana) e do Programa de Estudos sobre o Uso da Língua revelam, por exemplo, que a omissão do pronome, como no exemplo da frase que iniciou este texto, é uma das características mais comuns tanto entre os mais escolarizados quanto entre os menos instruídos.
Entre brasileiros com nível superior, não passa de 5% a frequência na fala com que o pronome é colocado em casos em que a norma padrão escrita recomendaria. Entre os menos escolarizados, o percentual é de 1%.
CONCORDÂNCIA
A diferença mais visível está na concordância em frases curtas, como em “Os menino pega o peixe”, mais comum entre os menos escolarizados.
As pesquisadoras Dinah Callou, Eugenia Duarte e Célia Lopes, da UFRJ do projeto Nurc, explicam que os mais escolarizados têm maior cuidado com a concordância ao escrever. Na fala coloquial, porém, o monitoramento é menor e ela se aproxima das variantes populares.
“Para espanto de muitos, as análises mostram que as variedades cultas não só não se distinguem muito entre si como também não se distanciam muito das variedades chamadas populares”, afirmam as pesquisadoras.
Um dos mais conhecidos estudos feitos a partir da base de dados do projeto Nurc foi feito por Ataliba Teixeira de Castilho (Unicamp).
Ele afirma que uma das principais conclusões foi que, para surpresa de muitos, a língua falada por eles era também muito diferente do que era preconizado pelas gramáticas da época.
Os pronomes pessoais das gramáticas escolares (eu, tu, eles, nós, vós, eles), por exemplo, já não correspondiam mais ao que era usado na fala dos mais escolarizados, que já trocavam, desde a década de 1970, “tu” e “vós” por “você” e “vocês”, além de “nós” por “a gente”.
Uma das consequências é que, como explica Castilho, é cada vez menos comum o uso do sujeito oculto, já que, pela terminação do verbo, não é possível mais identificar claramente qual pronome pessoal foi ocultado.
As formas verbais de terceira pessoa são usadas com os pronomes “você” e “ele”, portanto a terminação não é capaz de identificar o sujeito (por exemplo, “você fala”, “ele fala”). O mesmo vale para as formas do plural (“vocês falam”, “eles falam”). Com “tu” ou “vós”, isso não aconteceria. A terminação seria suficiente para que o interlocutor descobrisse qual era o sujeito da frase.

Eletropaulo

O tema ja foi votado depois da pesquisa e fotos do Bairro, por onde caminhamos. O tema mais votado foi: Pipa nos fios, diante de tantos outros observados.

Entrevista e reflexão

Boa percepção escolar melhora o desempenho

DIRETOR DE ESCOLA DE FORMAÇÃO DE EDUCADORES NOS EUA DEFENDE COMUNICAÇÃO E CONFIANÇA COMO PILARES DO APRENDIZADO

MARIA CRISTINA FRIAS
COLUNISTA DA FOLHA

Quanto melhor a percepção de alunos e professores com relação ao ambiente escolar, melhor seu desempenho acadêmico.
Esse é o principal resultado de pesquisas do professor Brian K. Perkins, do Teachers College, da Universidade Columbia, de Nova York, nos EUA, considerado um dos maiores estudiosos do impacto do clima escolar no aprendizado.
Entre as maiores queixas de alunos e profissionais está o bullying (provocação e intimidação no ambiente escolar). Para ele, o melhor modo de enfrentar o problema é promover fóruns de discussão sobre o tema.
Perkins defende também uma política de tolerância zero para agressões.
Para conseguir o envolvimento dos pais com a escola, o especialista sugere que se criem condições para que professores visitem as famílias dos alunos.
Perkins, que também dirige o programa Urban Education Leadership, de Columbia, deu palestra sobre o tema a diretores da rede pública estadual de São Paulo, na semana passada, a convite da Fundação Lemann.
A seguir, os principais trechos da entrevista concedida à Folha.

Folha - Qual a correlação entre ambiente escolar e os resultados dos alunos? Brian Perkins - Notamos que alunos com percepção positiva do ambiente escolar eram estatisticamente correlacionados a resultados melhores em testes. O mesmo quando indagamos professores. Quando estudantes têm boa percepção, sua performance é melhor.


Quais são maiores reclamações nas escolas dos EUA?Há três maiores. A primeira é bullying. Estudantes sentem que acontece frequentemente, de um jeito variado. Não é só violência física, mas também psicológica. Há também essa nova dimensão do bullying cibernético, quando alunos ameaçando e são atacados pela internet, pelas redes sociais.
A segunda preocupação nas salas de aula refere-se a expectativas de sucesso acadêmico. Estudantes de determinadas raças ou classes sociais são em alguns casos tratados melhor do que os que não são desses grupos.
Expectativas de que você como estudante tem de ter um bom desempenho ou, em alguns casos, quando eles dizem "não esperamos que você tenha bom desempenho".
E a terceira é a dimensão que chamo de confiança, respeito e cuidado. Se o aluno se sente respeitado e o professor se sente respeitado. Se há confiança entre professores e alunos, professores e diretores, pais e diretores.


Como criar esse ambiente baseado em confiança?Acontece ao criar um fórum. Você não só espera que as pessoas saibam que podem acreditar em você. Elas têm de conhecer você como indivíduo confiável, baseadas na experiência. Não é só falando. É também fazendo. Algumas pessoas pensam que podem falar de um jeito e agir de outro. Mas você deveria viver o que você fala.


O que o sr. sugere? A professora deve ter um momento para conversar...Certamente, deve haver um fórum. Pode não ser todo o dia, pode ser uma vez por semana. Você estabelece o tempo em que essa conversa ocorre. Às vezes são cinco minutos no final da aula. Ou feedbacks por escrito.
Distribuo papéis: digam uma coisa que foi bem e uma que não foi bem em nossa aula hoje. E aí eu tenho a chance de olhar e fazer ajustes.
Se alguma coisa aparece, que eu acho que foi importante e mencionada por muita gente, tenho a oportunidade de, no dia seguinte, esclarecer, de me desculpar.
E quando faz esse tipo de coisa, as pessoas começam a confiar. Porque eles acreditam que você está ouvindo e que você é um participante, que você não é uma pessoa na frente da sala e que esse é o seu reino. Que eles são participantes valiosos também.
Isso se constrói ao longo do tempo e, em alguns casos, têm de ser todos os dias. Na universidade, faço todos os dias. Às vezes, dizem "hoje foi um dia terrível", "isso não funcionou" e, outras vezes, "eu adorei nosso exercício".
Levo tudo em consideração. Em alguns dias, não há nada que possa fazer diferente. Mas comunicar é importante e não leva muito tempo. Minha recomendação é que construa experiências que permitam às pessoas confiar em você, a conhecê-lo e a respeitá-lo. Não acredite que isso acontece apenas porque estamos na sala juntos. Faça de propósito.

Professores mais rigorosos ou mais liberais, quem, em geral, têm mais problemas com bullying? Eles têm um papel?O bullying acontece independentemente de o professor ser severo ou não. Alunos vão encontrar um jeito de fazê-lo se esse for o seu estilo, fazem de outras maneiras em outros lugares e horários.
Estou convencido de que 90% do mau comportamento dos alunos é resultado de um mau programa de ensino.
Se estou em frente da classe e uso metodologias que são envolventes, que fazem os alunos ouvirem, se os mantenho entusiasmados com o que estamos fazendo e se isso é relevante para eles, sobra menos tempo...
Mas se o que estou falando faz você dormir, ficar entediado, você fica procurando coisas com que se envolver...
Vi escolas no Rio onde os alunos estavam animados fazendo matemática. Fiquei olhando e era por causa do que o professor estava fazendo. E como o dia estava estruturado: o professor usando só alguns minutos para dar informações novas e deixando os alunos trabalharem em pequenos grupos e conversar e ensinar uns aos outros.
Você tem melhores resultados quando as pessoas se sentem confortáveis, abertas a aprender. Controlar a situação não é ter as pessoas sentadas quietas, mas sim tê-las envolvidas.
Quando entro em uma classe onde as pessoas estão olhando quietas para o professor, não considero essa uma boa experiência de aprendizagem. Não somos robôs e não aprendemos só ouvindo.
Seres humanos aprendem fazendo. Aprendemos língua ouvindo, falando e escrevendo. Os bons professores introduzem a informação e dizem "pratiquem".
Posso ir de aluno em aluno e fazer perguntas, "você fez um erro aqui, me explique como você pensou isso". Enquanto pergunto, há alunos que entenderam e ajudam outros a seu lado.
Já vi estudantes que trabalham tão bem quanto qualquer professor, explicando como fazer. E eles aprofundam seu conhecimento ao ensinar.

Sobre o caso na escola de Realengo, no Rio, onde um ex-aluno matou estudantes, é possível dizer algo sobre o papel do bullying?Pelo que li, era um ex-aluno infeliz com sua experiência na escola. Mas não foi diferente do que ocorreu nos Estados Unidos. Tivemos uma meia dúzia de assassinatos em escolas. Não se pode atribuir sempre a culpa à escola, mas é importante minimizar as más experiências nesse ambiente.

Tornou-se uma tendência atribuir tudo a bullying no Brasil...Aconteceu o mesmo nos EUA. Mas, realmente, penso que, também aqui no Brasil, até que isso acontecesse, ninguém prestava atenção. Foi certamente uma "chamada para acordar". "Até agora, nós só assumimos que bullying era parte da escola e que isso acontecia. Mas agora estamos pensando que talvez tenhamos de pensar atenção a seu impacto."

Alunos estão mais sensíveis hoje ou o bullying está mesmo pior nas escolas, até em razão do uso da internet?Sempre existiu, não sei se está pior. É difícil afirmar porque nem todos os casos são informados. Muitos não são detectados. Se você presta atenção e deixa os alunos desde pequenos saberem o que não é um comportamento aceitável, você tem menos problemas.

Qual o papel dos diretores?Devem ter menos papel administrativo e entrar mais nas salas de aula. Comunicar aos professores que o bullying não é aceitável.
É preciso ter instruções claras precisas de como lidar com bullying. É preciso ter uma política de não tolerância. E tem de haver uma conversa específica sobre o que é ou não intencional.
"Como você reage quando é com você? Como você administra o processo?" Com ambos, além da pessoa que faz. "Por que você está fazendo isso?" Existe algo a ser processado aqui.
Não apenas punição. A punição pode ocorrer, mas leve a pessoa a refletir sobre o que ocorre. Porque normalmente essas atitudes são sintomas de questões psicológicas.
Tem de haver discussão e programas para se aprender habilidades sociais, assim como aprendemos habilidades matemáticas.

Como fazer com alunos que vão à escola apenas como um evento social?Não há uma única resposta para isso.
Quando estabelecido que há crianças em perigo social, temos que imaginar como especializar ou oferecer a elas uma experiência de educação diferente. Não disse menos experiência, mas uma experiência diferente.
Mas entendemos que algumas crianças têm o conceito de que educação não é importante. A abordagem que temos usado diz que é preciso reconhecer que os direitos à educação de um não podem se sobrepor ao direito dos outros.


RAIO-X BRIAN K. PERKINS

FORMAÇÃO
Doutor em educação pelo Teachers College da Universidade Columbia, mestre em saúde pública pela Universidade Yale e graduado em química pela Grambling State University (Estados Unidos)

CARGO ATUAL
Diretor do programa de formação de professores e gestores educacionais do Teachers College, da Universidade Columbia, nos Estados Unidos .


Acredito que muitas das dificuldades que enfrentamos hoje é porque acabamos não enxergando e muito menos ouvindo nossos alunos. Vou além, penso que ministrar aula para quem é bom, que não tem tantas dificuldades é fácil, agora, enfrentar as situações cotidianas, com toda sua heterogeneidade, este sim é o desafio de quem quer pelo menos tentar fazer a diferença na vida de quem quer que  passe por cada um de nós!
Os valores estão totalmente "distorcidos", sem crédito, alguns sentem até vergonha de traze-los enraizados, mas depende de cada um de nós, para que a educação tenha uma nova cara.

Leitura


Os alunos escolheram os livros para leitura e quando terminam, entregam e pegam outro.
Contam resumidamente a história e trocam por aqueles que mais lhe interessam.






O objetivo é que sintam prazer em ler e se interessem por diversos temas.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

CONCLUSÕES DO DIA

Estarei postando as conclusões da semana no sábado, não encontrei tempo para postar meu fechamento de dia...
Novidades semana que vem!

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Continuando Energia na Segunda-feira 16/05/11 e 17/05/2011

Hoje estou de atestado, portanto foi modificada minha aula, pedi a professora que trabalhasse com eles:
Port/          Diário intimo do final de semana,
Correção de erros ortográficos,
Lista de musicas de festa junina para dança,

Mat/ Situações problema do livro didático das pags:185 e 186
Concluindo, já fiquei sabendo que se comportaram com toda a educação que a mamãe dá em casa.
Que bom!!!

17/05/2011
MAT/MAT/GEO/GEO/HIST
Continuando as situações acima,
Entradas e Bandeiras (musica),
Os tipos de climas do Brasil.

Para casa: Diário intimo do dia.

18/05/2011
Hist/Ed.Fis/Mat/Mat/Port
Mapa conceitual Entradas e Bandeiras
Continuação das situações
Passeio ao Bairro

Lição de casa: Diário intimo do dia

19/05/2011
Cien/Cien/Proerd/Port/Port
Biomas(continuidade0 Projeto Floresta
Teatro(Proerd)
Relatos e escolha do tema a ser trabalhado no Projeto da Eletropaulo.

Lição de casa: Produzindo um texto com argumento em relação ao tema escolhido.

20/05/2011
Sequencia da Avaliação passada.




sábado, 14 de maio de 2011

10 de maio de 2011

M/M/G/G/H
Sequencia numérica

Objetivo:
Propriedade nas técnicas operatórias( multiplicação, adição e subtração).


Entradas e Bandeiras ( continuando) Florestas
Objetivo:
Estabelecer relalções com Eletropaulo e as aulas de HIST E GEO.
FEED BACK( Missões Jesuíticas)

Os alunos ainda encontram um pouco de dificuldade na tabuada, mas acredito que exercitando de maneira diferenciada, chegamos lá.
 Foi pedido as contas de Luz e 99 por cento trouxeram para iniciarmos nossas hipóteses e o que iremos abordar de fato.
A aluna Tabata não compareceu de novo, na segunda foi ao médico, mas hoje não sei o que houve.

A sala em sua maioria está caminhando com criticidade e autonomia.