quarta-feira, 25 de maio de 2011

Projeto Eletropaulo

AES Eletropaulo alerta sobre o perigo de soltar pipas próximo aos fios elétricos
  • Publicado: 3/12/2010
 Redação
Nos últimos sete anos, a AES Eletropaulo registrou 106 acidentes com pipas na rede elétrica, sendo 25 fatais. Até dezembro de 2010, a concessionária teve oito acidentes envolvendo os papagaios. A confecção das pipas é também uma grande preocupação da AES Eletropaulo. Os materiais utilizados, como linhas metálicas e rabiolas de fitas VHS ou cassetes são condutores de energia elétrica e em contato com a rede, podem causar curto circuito e provocar acidentes graves.
O uso de cerol (pó de vidro com cola) oferece mais um risco: corta a camada de borracha que reveste os fios de alumínio ou de cobre, facilitando a transferência de corrente elétrica. Além disso, o cerol também pode provocar acidentes com pedestres, ciclistas e motociclistas. A AES Eletropaulo alerta ainda sobre os perigos de recuperar pipas que se encontram dentro das Estações Transformadoras de Distribuição (ETDs) ou subestações de energia.
Empinar pipas próximas a rede elétrica pode causar graves acidentes
Karen Moura Santiago | Atualizado em: 18/02/2010 08:55:37
Soltar pipas próximas à rede elétrica é arriscado ,
A brincadeira antiga de empinar pipas continua em alta para a garotada de hoje em dia e a época de férias é sem dúvida o período em que as pipas passeiam livremente no céu, uma mais bonita que a outra. Além de proporcionar a diversão, o ato de empinar pipas pode ser perigoso quando não são tomados os cuidados necessários no preparo da mesma no local escolhido para empiná-las.
Se a criança selecionar materiais condutores de energia para a construção da pipa como linhas metálicas e rabiolas de fitas VHS ou cassetes, e empiná-las em locais impróprios, próximos à rede elétrica, a criança corre o risco de sofrer um grave acidente.
Segundo a AES Eletropaulo em 2009, ocorreram 11 acidentes com pipas, sendo dois fatais e em janeiro de 2010, já foram registrados dois acidentes. Nos últimos seis anos, dos 97 acidentes com pipas, 21 resultaram em morte.
São nas regiões periféricas da capital que a maioria dos acidentes ocorrem. Para evitar que a brincadeira acabe mal, a AES Eletropaulo orienta que as crianças e os adolescentes empinem as pipas longe da rede elétrica e que se isso não for possível se dirijam aos parques e às praças públicas para brincar com segurança. “Um acidente elétrico pode deixar seqüelas como queimaduras (de primeiro, segundo ou terceiro grau), amputação de membros e até causar a morte”, afirma Fábio Carmo, diretor de Segurança do Trabalho e Meio Ambiente, da AES Eletropaulo.
A criançada além de arriscar as suas vidas empinando pipas em locais próximos a rede elétrica, usa o cerol que é o pó de vidro de cola na rabiola e esse ato oferece mais um risco: corta a camada de borracha que reveste os fios de alumínio ou de cobre, facilitando assim a transferência de corrente elétrica.
Além desse grande risco, o cerol também pode provocar acidentes com motociclistas, enfatiza a Eletropaulo. Segundo a Eletropaulo, além dos acidentes, a AES Eletropaulo também registrou no ano passado 13.943 ocorrências com pipas que causaram problemas no fornecimento de energia elétrica a maioria nos meses de janeiro e julho (2.867 e 2.329 casos, respectivamente). A Eletropaulo afirma que nos últimos seis anos, registrou 99.375 ocorrências com pipas que causaram interrupções ou problemas no fornecimento de energia elétrica.
“Os danos são provocados pelo rompimento de fios e pelo desligamento automático dos circuitos (que possuem dispositivos de segurança contra intervenção de objetos na rede). Um simples ‘lança-gato’ (pedra presa em uma linha) ou qualquer outro objeto condutor de energia elétrica, como barra de ferro, um trilho de cortina ou pedaço de madeira, pode ser fatal durante o resgate de uma pipa”, alerta o gerente de Operações da AES Eletropaulo, Fernando Mirancos.
 A AES Eletropaulo se preocupa com a segurança e a disseminação de informações para os 16,5 milhões de habitantes residentes na área de concessão da empresa e é por isso que criou um plano de segurança para a população “Esse plano tem como objetivo intensificar ações para a conscientização do público sobre os perigos da rede elétrica”, explica Fábio Carmo.
A empresa divulga essas informações através de colagem de faixas nos carros da frota e de adesivos em postes, indicando os riscos de empinar pipas e de construir próximo a rede elétrica, a distribuição de folders sobe o perigo da rede elétrica nas lojas de atendimento, uso de painéis informativos nas estações de trem, metrô e rodoviárias entre outros.
A AES Eletropaulo também realiza palestras, segundo a empresa no ano passado, foram realizadas aproximadamente 3.150 palestras sobre segurança e uso racional de energia elétrica para mais de meio milhão de pessoas. A AES Eletropaulo conta com 150 conferencistas treinados e equipados para proferir palestras em escolas, centros comunitários, igrejas, entidades, empresas e na comunidade. Para solicitar palestra, acesse o site: www.aeseletropaulo.com.br e clicar no link segurança.
Faz muito tempo que foi publicada esta matéria?  Quando foi atualizada?Quanto tempo faz que foi atualizada?
O que você ficou sabendo que ainda não sabia?

O dia de hoje, de ontem e anteontem...

Digamos que estamos caminhando com respeito ao ser histórico que cada um é. Não é fácil, mas não é impossível!
Hoje, 25/05/11, a Tabata compareceu e sentimos que estava com saudades! Não está resfriada, está super bem, nem foi necessário usar a bombinha. Quando estávamos escolhendo o nome do nosso Jornal, brinquei muito com ela, pedindo para que falasse ao meu ouvido sua ideia e os alunos ficavam todos curiosos, já imaginando o nome que eu daria, junto com a Tabata.
O nome sugerido por nós não foi o mais votado, mas valeu a pena, foi muito bom sentir a participação de todos. Eu sei que ela participa, do seu jeitinho, sei que me ouve e que gosta de estar ali!
Quando fazemos a oração no momento da refeição, ela também agradece a Deus do seu modo, eu a ajudo da maneira como posso e como sinto que devo.
 QUE SORRISO GOSTOSO!!! ESTÁ FELIZ DE ESTAR NA SALA, DE OUVIR SEUS COLEGAS E A PROFESSORA, CLARO!!!
Percebam a expressão dela, não está super bem?  O educador necessita estar com os olhos bem abertos, com todos os sentidos bem aguçados para compreender o que os alunos dizem. Concordo com o pesquisador Perkins, quando fala da relação de respeito e confiança, professor, aluno, pais, diretores,..  enfim!
O nome para o Jornal ainda está em discussão.
Nas aulas de matemática estamos trabalhando duro com os alunos que ainda não compreendem a divisão, mas são inteligentes e conseguirão em breve.
O único aluno que faltou hoje foi o Elder e a mãe não justificou.
As seções do Jornal estão saindo!!! Tabata está no grupo da Primeira Página, penso que será muito bom, as expectativas são ótimas, vejamos os resultados. Estão trabalhando duro!!!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Aulas da semana

23/05/2011 P/P/Ed.F/M/M
Objetivo: Apresentação da Mostra e reflexão sobre :Mesmo falantes cultos não seguem a norma padrão.
Feed-back da semana.
Conteúdos: Situações problemas
Seleção dos cadernos (Jornal) que serão confeccionados por eles(Foram sorteados).
Inicio da montagem do Jornal e as matérias que serão publicadas.
Tabata não veio de novo!

24/05/2011 M/M/H/G/G
Redigindo as matérias.
Escolha do nome do Jornal.
Situações problema (correção).


Mesmo falantes “cultos”, não seguem a língua padrão, viu?

São Paulo, domingo, 22 de maio de 2011
Mesmo falantes cultos não seguem a norma padrão.
Análise leva em conta mais de 1.500 horas de entrevistas gravadas desde a década de 1970 em cinco capitais
Pesquisa mostra que entre brasileiros com nível superior só 5% usam pronomes da forma recomendada

“Os menino pega o peixe e colocam na mesa.” O leitor mais escolarizado provavelmente estranhará a falta de concordância na frase anterior entre o artigo e o substantivo e entre o sujeito e o verbo. Mas há algo mais nela em desacordo com o que é ensinado em gramáticas.
Falta o pronome oblíquo “o”, para que a frase, agora escrita em total acordo com a norma padrão, fique assim: “Os meninos pegam o peixe e colocam-no na mesa.”
Análise de mais de 1.500 horas de entrevistas gravadas desde 1970 em cinco capitais revelam que mesmo os brasileiros de nível universitário, na fala, usam variedades linguísticas em desacordo com a norma padrão.
Estudos feitos a partir do projeto Nurc (Norma Linguística Culta Urbana) e do Programa de Estudos sobre o Uso da Língua revelam, por exemplo, que a omissão do pronome, como no exemplo da frase que iniciou este texto, é uma das características mais comuns tanto entre os mais escolarizados quanto entre os menos instruídos.
Entre brasileiros com nível superior, não passa de 5% a frequência na fala com que o pronome é colocado em casos em que a norma padrão escrita recomendaria. Entre os menos escolarizados, o percentual é de 1%.
CONCORDÂNCIA
A diferença mais visível está na concordância em frases curtas, como em “Os menino pega o peixe”, mais comum entre os menos escolarizados.
As pesquisadoras Dinah Callou, Eugenia Duarte e Célia Lopes, da UFRJ do projeto Nurc, explicam que os mais escolarizados têm maior cuidado com a concordância ao escrever. Na fala coloquial, porém, o monitoramento é menor e ela se aproxima das variantes populares.
“Para espanto de muitos, as análises mostram que as variedades cultas não só não se distinguem muito entre si como também não se distanciam muito das variedades chamadas populares”, afirmam as pesquisadoras.
Um dos mais conhecidos estudos feitos a partir da base de dados do projeto Nurc foi feito por Ataliba Teixeira de Castilho (Unicamp).
Ele afirma que uma das principais conclusões foi que, para surpresa de muitos, a língua falada por eles era também muito diferente do que era preconizado pelas gramáticas da época.
Os pronomes pessoais das gramáticas escolares (eu, tu, eles, nós, vós, eles), por exemplo, já não correspondiam mais ao que era usado na fala dos mais escolarizados, que já trocavam, desde a década de 1970, “tu” e “vós” por “você” e “vocês”, além de “nós” por “a gente”.
Uma das consequências é que, como explica Castilho, é cada vez menos comum o uso do sujeito oculto, já que, pela terminação do verbo, não é possível mais identificar claramente qual pronome pessoal foi ocultado.
As formas verbais de terceira pessoa são usadas com os pronomes “você” e “ele”, portanto a terminação não é capaz de identificar o sujeito (por exemplo, “você fala”, “ele fala”). O mesmo vale para as formas do plural (“vocês falam”, “eles falam”). Com “tu” ou “vós”, isso não aconteceria. A terminação seria suficiente para que o interlocutor descobrisse qual era o sujeito da frase.

Eletropaulo

O tema ja foi votado depois da pesquisa e fotos do Bairro, por onde caminhamos. O tema mais votado foi: Pipa nos fios, diante de tantos outros observados.

Entrevista e reflexão

Boa percepção escolar melhora o desempenho

DIRETOR DE ESCOLA DE FORMAÇÃO DE EDUCADORES NOS EUA DEFENDE COMUNICAÇÃO E CONFIANÇA COMO PILARES DO APRENDIZADO

MARIA CRISTINA FRIAS
COLUNISTA DA FOLHA

Quanto melhor a percepção de alunos e professores com relação ao ambiente escolar, melhor seu desempenho acadêmico.
Esse é o principal resultado de pesquisas do professor Brian K. Perkins, do Teachers College, da Universidade Columbia, de Nova York, nos EUA, considerado um dos maiores estudiosos do impacto do clima escolar no aprendizado.
Entre as maiores queixas de alunos e profissionais está o bullying (provocação e intimidação no ambiente escolar). Para ele, o melhor modo de enfrentar o problema é promover fóruns de discussão sobre o tema.
Perkins defende também uma política de tolerância zero para agressões.
Para conseguir o envolvimento dos pais com a escola, o especialista sugere que se criem condições para que professores visitem as famílias dos alunos.
Perkins, que também dirige o programa Urban Education Leadership, de Columbia, deu palestra sobre o tema a diretores da rede pública estadual de São Paulo, na semana passada, a convite da Fundação Lemann.
A seguir, os principais trechos da entrevista concedida à Folha.

Folha - Qual a correlação entre ambiente escolar e os resultados dos alunos? Brian Perkins - Notamos que alunos com percepção positiva do ambiente escolar eram estatisticamente correlacionados a resultados melhores em testes. O mesmo quando indagamos professores. Quando estudantes têm boa percepção, sua performance é melhor.


Quais são maiores reclamações nas escolas dos EUA?Há três maiores. A primeira é bullying. Estudantes sentem que acontece frequentemente, de um jeito variado. Não é só violência física, mas também psicológica. Há também essa nova dimensão do bullying cibernético, quando alunos ameaçando e são atacados pela internet, pelas redes sociais.
A segunda preocupação nas salas de aula refere-se a expectativas de sucesso acadêmico. Estudantes de determinadas raças ou classes sociais são em alguns casos tratados melhor do que os que não são desses grupos.
Expectativas de que você como estudante tem de ter um bom desempenho ou, em alguns casos, quando eles dizem "não esperamos que você tenha bom desempenho".
E a terceira é a dimensão que chamo de confiança, respeito e cuidado. Se o aluno se sente respeitado e o professor se sente respeitado. Se há confiança entre professores e alunos, professores e diretores, pais e diretores.


Como criar esse ambiente baseado em confiança?Acontece ao criar um fórum. Você não só espera que as pessoas saibam que podem acreditar em você. Elas têm de conhecer você como indivíduo confiável, baseadas na experiência. Não é só falando. É também fazendo. Algumas pessoas pensam que podem falar de um jeito e agir de outro. Mas você deveria viver o que você fala.


O que o sr. sugere? A professora deve ter um momento para conversar...Certamente, deve haver um fórum. Pode não ser todo o dia, pode ser uma vez por semana. Você estabelece o tempo em que essa conversa ocorre. Às vezes são cinco minutos no final da aula. Ou feedbacks por escrito.
Distribuo papéis: digam uma coisa que foi bem e uma que não foi bem em nossa aula hoje. E aí eu tenho a chance de olhar e fazer ajustes.
Se alguma coisa aparece, que eu acho que foi importante e mencionada por muita gente, tenho a oportunidade de, no dia seguinte, esclarecer, de me desculpar.
E quando faz esse tipo de coisa, as pessoas começam a confiar. Porque eles acreditam que você está ouvindo e que você é um participante, que você não é uma pessoa na frente da sala e que esse é o seu reino. Que eles são participantes valiosos também.
Isso se constrói ao longo do tempo e, em alguns casos, têm de ser todos os dias. Na universidade, faço todos os dias. Às vezes, dizem "hoje foi um dia terrível", "isso não funcionou" e, outras vezes, "eu adorei nosso exercício".
Levo tudo em consideração. Em alguns dias, não há nada que possa fazer diferente. Mas comunicar é importante e não leva muito tempo. Minha recomendação é que construa experiências que permitam às pessoas confiar em você, a conhecê-lo e a respeitá-lo. Não acredite que isso acontece apenas porque estamos na sala juntos. Faça de propósito.

Professores mais rigorosos ou mais liberais, quem, em geral, têm mais problemas com bullying? Eles têm um papel?O bullying acontece independentemente de o professor ser severo ou não. Alunos vão encontrar um jeito de fazê-lo se esse for o seu estilo, fazem de outras maneiras em outros lugares e horários.
Estou convencido de que 90% do mau comportamento dos alunos é resultado de um mau programa de ensino.
Se estou em frente da classe e uso metodologias que são envolventes, que fazem os alunos ouvirem, se os mantenho entusiasmados com o que estamos fazendo e se isso é relevante para eles, sobra menos tempo...
Mas se o que estou falando faz você dormir, ficar entediado, você fica procurando coisas com que se envolver...
Vi escolas no Rio onde os alunos estavam animados fazendo matemática. Fiquei olhando e era por causa do que o professor estava fazendo. E como o dia estava estruturado: o professor usando só alguns minutos para dar informações novas e deixando os alunos trabalharem em pequenos grupos e conversar e ensinar uns aos outros.
Você tem melhores resultados quando as pessoas se sentem confortáveis, abertas a aprender. Controlar a situação não é ter as pessoas sentadas quietas, mas sim tê-las envolvidas.
Quando entro em uma classe onde as pessoas estão olhando quietas para o professor, não considero essa uma boa experiência de aprendizagem. Não somos robôs e não aprendemos só ouvindo.
Seres humanos aprendem fazendo. Aprendemos língua ouvindo, falando e escrevendo. Os bons professores introduzem a informação e dizem "pratiquem".
Posso ir de aluno em aluno e fazer perguntas, "você fez um erro aqui, me explique como você pensou isso". Enquanto pergunto, há alunos que entenderam e ajudam outros a seu lado.
Já vi estudantes que trabalham tão bem quanto qualquer professor, explicando como fazer. E eles aprofundam seu conhecimento ao ensinar.

Sobre o caso na escola de Realengo, no Rio, onde um ex-aluno matou estudantes, é possível dizer algo sobre o papel do bullying?Pelo que li, era um ex-aluno infeliz com sua experiência na escola. Mas não foi diferente do que ocorreu nos Estados Unidos. Tivemos uma meia dúzia de assassinatos em escolas. Não se pode atribuir sempre a culpa à escola, mas é importante minimizar as más experiências nesse ambiente.

Tornou-se uma tendência atribuir tudo a bullying no Brasil...Aconteceu o mesmo nos EUA. Mas, realmente, penso que, também aqui no Brasil, até que isso acontecesse, ninguém prestava atenção. Foi certamente uma "chamada para acordar". "Até agora, nós só assumimos que bullying era parte da escola e que isso acontecia. Mas agora estamos pensando que talvez tenhamos de pensar atenção a seu impacto."

Alunos estão mais sensíveis hoje ou o bullying está mesmo pior nas escolas, até em razão do uso da internet?Sempre existiu, não sei se está pior. É difícil afirmar porque nem todos os casos são informados. Muitos não são detectados. Se você presta atenção e deixa os alunos desde pequenos saberem o que não é um comportamento aceitável, você tem menos problemas.

Qual o papel dos diretores?Devem ter menos papel administrativo e entrar mais nas salas de aula. Comunicar aos professores que o bullying não é aceitável.
É preciso ter instruções claras precisas de como lidar com bullying. É preciso ter uma política de não tolerância. E tem de haver uma conversa específica sobre o que é ou não intencional.
"Como você reage quando é com você? Como você administra o processo?" Com ambos, além da pessoa que faz. "Por que você está fazendo isso?" Existe algo a ser processado aqui.
Não apenas punição. A punição pode ocorrer, mas leve a pessoa a refletir sobre o que ocorre. Porque normalmente essas atitudes são sintomas de questões psicológicas.
Tem de haver discussão e programas para se aprender habilidades sociais, assim como aprendemos habilidades matemáticas.

Como fazer com alunos que vão à escola apenas como um evento social?Não há uma única resposta para isso.
Quando estabelecido que há crianças em perigo social, temos que imaginar como especializar ou oferecer a elas uma experiência de educação diferente. Não disse menos experiência, mas uma experiência diferente.
Mas entendemos que algumas crianças têm o conceito de que educação não é importante. A abordagem que temos usado diz que é preciso reconhecer que os direitos à educação de um não podem se sobrepor ao direito dos outros.


RAIO-X BRIAN K. PERKINS

FORMAÇÃO
Doutor em educação pelo Teachers College da Universidade Columbia, mestre em saúde pública pela Universidade Yale e graduado em química pela Grambling State University (Estados Unidos)

CARGO ATUAL
Diretor do programa de formação de professores e gestores educacionais do Teachers College, da Universidade Columbia, nos Estados Unidos .


Acredito que muitas das dificuldades que enfrentamos hoje é porque acabamos não enxergando e muito menos ouvindo nossos alunos. Vou além, penso que ministrar aula para quem é bom, que não tem tantas dificuldades é fácil, agora, enfrentar as situações cotidianas, com toda sua heterogeneidade, este sim é o desafio de quem quer pelo menos tentar fazer a diferença na vida de quem quer que  passe por cada um de nós!
Os valores estão totalmente "distorcidos", sem crédito, alguns sentem até vergonha de traze-los enraizados, mas depende de cada um de nós, para que a educação tenha uma nova cara.

Leitura


Os alunos escolheram os livros para leitura e quando terminam, entregam e pegam outro.
Contam resumidamente a história e trocam por aqueles que mais lhe interessam.






O objetivo é que sintam prazer em ler e se interessem por diversos temas.